sábado, 18 de maio de 2013

Livro The Riot Grrrl Collection é lançado

O livro The Riot Grrrl Collection, editado por Lisa Darms acabou de ser lançado pela The Feminist Press (da Universidade de Nova Iorque).  Kathleen Hanna (Le Tigre), Molly Neuman (Bratmobile), Johanna Fateman (Le Tigre) doaram seus flyers, zines, escritos e cartas para Biblioteca de Fales (da Universidade de Nova Iorque). Os materiais doados foram batizados "Fales Riot Grrrl Collection", e foi criada pela arquivista Lisa Darms. A coleção é aberta a visitação pública. 

A capa do livro, gaveteiro de Kathleen Hanna

A publicação, escrita por Darms, compila o Riot Grrrl escrito e xerocado. O movimento Riot Grrrl desde os anos 90 tem sido porta de entrada para que garotas conheçam o feminismo e a cultura faça você mesma. A introdução é assinada por Lisa Darms, e há também um texto de Johanna Fateman Já é possível fazer preorder do livro por $27.96 dinheiros, e a edição limitada e autografada por Darms por $34,95 dinheiros.


Foto: Jens Mortensen

A fita é parte da coleção que ocupa 90 caixas, há 16 coleções individuais e quase 1000 zines na biblioteca. As informações são do New York Times. Fotos de parte das doações de Kathleen Hanna podem ser vistas aqui. Já haviamos publicado sobre o livro aqui. Lembrando que recentemente nós traduzimos e publicamos um texto escrito pela blogueira norte-americana Sophie Rae, em que ela conta como foi a visita e leitura dos zines na biblioteca Fales. Se você não tá entendendo lhufas desse post, a tradução pode ajudar, e esse post também. Você está no twitter? O Cabeça Tédio também.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sourpatch disponibiliza "Partied Too Hard" para download gratuito

Sourpatch, banda de San Jose (California) que faz aquele pop punk fofo, disponibilizou para download gratuito em seu bandcamp a gravação de um show ao vivo, chamado "Partied Too Hard". Baixe aqui! Se você gosta de vocal feminino mais agudo, letras sobre coração partido, feminismo, body positive, queer recomendo que você ouça. Algumas bandas que influenciaram o Sourpatch foram: Go Sailor, Tiger Trap e Cub. Os de boa memória podem se lembrar que no Histérica #2 foi publicado um scene report sobre bandas da Bay Area dos EUA, escrito pela Naomi Violet, e o Sourpatch foi citado.

Foto: Steve Louie
A banda existe pelo menos desde 2009, ano em que "Crushin", seu primeiro full lenght foi lançado. Em agosto de 2010 saiu o split em k7 do Sourpatch e Sweater Girls, e a gravação é dos shows das bandas no Athens PopFest, em novembro de 2010 foi lançado o 7" Mira Mija e em janeiro de 2012 o LP Stagger & Fade. Os álbuns foram lançados pelo HHBTM RecordsNo bandcamp da banda é possível ouvir todos os lançamentos, exceto o split com Sweater Girls. 

Ouça a apaixonante e apaixonável "Cinthia Ann"



quarta-feira, 15 de maio de 2013

resenha: Pauta Lixo #2

Fazia alguns meses que eu não lia um zine. Fazia muito mais tempo que eu não lia um zine feito por um amigo. Há alguns anos eu resenhei nesse blog a primeira edição do Pauta Lixo e agora tive a chance de ler a segunda edição do zine, que muito em breve já estará acessível a quem tiver interesse em lê-lo. Acontece que quando leio - e resenho - algo feito por alguém que compartilho opiniões parecidas é sempre meio nostálgico, e ao mesmo tempo, uma forma de me estimular e fazer minhas próprias coisas. Agora que minha parcialidade está definida, só deixo claro que não vou ficar me prendendo a gêneros textuais. Ou seja, talvez eu escreva demais e faça mais digressões do que a categoria “resenha” permite.  


Uma capa laranja (folhas Filipinho fazendo zineirxs felizes há algum tempo) e uma senhorinha com uma bengala impressa e a capa do Pauta Lixo #2 está pronta. Minimalista, sem chamadas na capa. No editorial o Nandolfo diz: “O que está aqui também é um punk visto de fora, já que faz tempo que não vou em shows e participo de uma forma mais bacana”. Esse tal “punk visto de fora” serviu como uma blusa confortável em mim. Seja pela despolitização do punk/hardcore, seja pelas pessoas mais preocupadas em competir ou por apenas não me identificar com o “punk de dentro” me vi representada nessa frase. Quando não há identificação com o “punk de dentro”, o que fazer? Depende de cada uma, mas sei que para se identificar como punk ou com o punk você não precisa estar, necessariamente, dando role. Pode-se continuar fazendo coisas dentro do espírito faça você mesma, pode-se continuar sendo nerd de música. Essa idéia de que “parou de ir em show = desencanou do punk” é muito ZzzzzZzzzzZzzz pra mim. E a idéia de que "dá role em show = punk" também. Acho que as duas coisas são possibilidades, e não verdades universais.

Ao longo de suas 32 páginas o Pauta Lixo traz entrevistas, textos e dicas de banda. Na sessão “Som de Fita” rolam entrevistas com dois selos que lançam k7’s. Uma com o selo Give Us A Chance, de Lille (França) e outra com o selo Spastic Fantastic, de Dortmund, (Alemanha). As duas entrevistas falam sobre o processo de produção das k7’s, da algumas dicas e várias bandas desses locais são citados. Os caras que dão as entrevistas citam algumas empresas que fazem as k7’s, então se alguém por aí estiver procurando por isso pode ler a entrevista e pegar o contato que eles indicam.


Os junkies de música vão gostar do “5 de Pop Punk”, onde o Fernando indica 5 bandas que tocam pop punk. Ele começa já falando da muito boa Parasol, banda de Boston envolvida com a cena queer e preocupada em falar em seus shows sobre a cultura de estupro, privilégios e espaços seguros. O som é uma das coisas mais bonitas que você vai ouvir, porque a voz de Lily é bem bacana. Na seqüência ele indica a AcidicTree, banda punk quase melódica, que faz um som animado e que da vontade de dançar e Sad Girls Por Vida. Rola também a indicação do Peeple Watchin, que segundo Nandolfo é “político, é queer, é grudento, é punk”, ou seja, vamos lá ouvir o bandcamp dels logo. E a coluna termina com a You Me & Us, power trio pop punk fofolete, com aqueles vocais grudentos e bateria sequinha que faz você ficar mexendo os ombros daquele jeito bobo.

A melhor entrevista do Pauta Lixo é a com Parasol, onde els falam mais sobre a banda, os projetos em que estão envolvidos e sobre a necessidade/importância de falarem em seus shows sobre sexismo, racismo, homofobia, patriarcado, violência sexual e etc. Para quem é viciadx em Ladyfests: esse ano a Parasol vai tocar no Ladyfest Philly, junto com Screaming Females, Potty Mouth, Aye Nako e outras bandas. Se você se importa com política, discussão sobre privilégios não deixe de ler essa entrevista.


O zine ainda traz duas traduções, um de um blog e outra de um zine norte-americanos. O primeiro é o “A arte de todas as idades”, de Marlee Grace, que foi publicado em um blog de hardcore. Marlee faz parte da comunidade faça você mesmx de Grand Rapids e de Ann Arbor, cidades que ficam no estado de Michigan, e seu texto fala sobre se dedicar ao faça você mesma e a  fazer shows para todas as idades cobrando preços justos. Mesmo com todo o esforço que isso envolve, ela se dedica a tornar acessível atividades/shows que por aqui podem ser bem caros. O que mais gostei do texto dela foi saber que lá eles tentam pagar as bandas e pessoas envolvidas sem contar com o dinheiro da cerveja. Porque uma vez que você conta com esse dinheiro você precisa estimular o consumo do mesmo. E é legal ver um espaço que tenta criar novas formas de se sustentar. Marlee também faz parte do Division Avenue Arts Collective, o DAAC, e nesse link pode-se saber mais sobre.

O outro texto que o Nandolfo traduziu foi “Vestidos e caminhões de brinquedo e pronomes: a experiência da minha filha com gênero”, escrito por Genelle Denzin e publicado no zine Building Blocs, feito por Lara Daley. Genelle conta como sua filha Paxten (que tinha 5 anos quando o texto foi publicado) vem construindo sua própria identidade de gênero. As pessoas viam Paxten como um menino, e em dado momento descobre sua paixão por vestidos, e passa a vesti-los. Por um tempo, se identificava como um menino que gostava de “coisas bonitas e legais”. Tempos depois, Paxten pediu para ser chamada de Sally. Depois de três semanas Paxten decidiu que queria ser chamada de Paxten novamente, mas dessa vez pediu que a chamassem de “ela”. É um texto sobre amor e medo. Amor pelx filhx e fazer o máximo para estar lá pra elx, agindo por elx, e medo porque ver x filhx viver sua própria identidade de gênero – aquela que não é enxergada pelos outros – é algo que envolve dores, olhares preconceituosos e descobertas.


O zine acaba com um texto do Fernando, que é muito oportuno. Nele, ele se pergunta porque lançar o Pauta Lixo #2, pensando em como sua vida está atualmente, e em como seu envolvimento com o punk ajudou a construir sua percepção de mundo. Sei que se o Pauta Lixo não tivesse saído eu teria perdido uma grande oportunidade de reflexão. Ainda estou digerindo o zine, a entrevista com o Parasol, os textos traduzidos. E mesmo atualmente eu estando muito mais desanimada e desacreditada do faça você mesma, o zine conseguiu me tirar dessa zona de conforto/desconforto e me faz repensar coisas. E ainda, fez um milagre. Me encorajou a terminar o Histérica #3 e até mesmo de tocar adiante o projeto de outro zine.

O fim do texto, e do zine, é um tipo de esperança muito massa, em que Nandolfo reitera a cultura de zines, e espera que ela continue firme e forte na casa dele, para ele fazer muitos zines com a filhinha que está por nascer. E pra fazer inveja nas mães/pais punx: ele faz os livros e zines punks para colorir mais feras que tem. Para deixar qualquer umx com inveja. Quem quiser uma cópia do zine escreva para: pautalixo@gmail.com

terça-feira, 14 de maio de 2013

Beth Ditto tira dúvidas de adolescentes para revista Rookie

São apenas 15 minutos e 43 segundos de vídeo, e ele poderia durar muito mais. A incrível Beth Ditto responde três perguntas feitas por leitoras da revista Rookie, para a sessão "Ask a grown woman". Uma pergunta é sobre como lidar com uma mãe que não aceita a filha que é lésbica, a outra é sobre usar determinado tipo de roupa e ser chamada de não vou escrever isso porque isso não existe e é slut shaming e a última é sobre traição. 


A cantora do Gossip diz várias vezes "Don't hang out with people who make you feel less than amazing", em português "Não saia com pessoas que te façam sentir menos que maravilhosa". Amor próprio não é egoísmo, então, tenha muito amor próprio e veja o vídeo. O áudio está em inglês e não há legenda.

Ask a Grown Woman: Beth Ditto from Rookie on Vimeo.

A Rookie Mag é uma revista virtual para garotas adolescentes (vou contar pra vocês que não adolescentes também gosta da Rookie) editada por Tavi Gevinson. Leia aqui a postagem na Rookie.

Baixe o split da Football, etc/Plaids gratuitamente

Nessa semana - somente - o selo Count Your Lucky Stars disponibiliza para download gratuito/pague o quanto quiser o split das bandas Football, etc e Plaids. O split são apenas três músicas, uma do Football, etc chamada "Down The Field", e duas do Plaids. 



"Down The Field" faz o split inteiro. Lindsay e Mercy em uma versão lentinha, quase triste, com a mesma voz bonita de sempre de Lindsay. O Marcelo já escreveu um monte sobre elas nesse post. O Plaids não conhecia, ouvi porque estava no split, e é uma banda de hardcore melódico com vocal masculino. 

E se você gosta de som melódico/indie uma boa pedida é olhar os outros lançamentos da Count Your Lucky Stars. Baixe o split. Como disse ali em cima o download gratuito do álbum rola somente nesta semana, então, se agiliza!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Há 13 anos o álbum "All Hands On The Bad One", do Sleater Kinney era lançado

"All Hands" é o quinto álbum de estúdio da banda e foi lançado dia 2 de maio de 2000, pela Kill Rock Stars


Talvez esse seja um dos discos mais famosos do Sleater Kinney. Foi, sem dúvida, o que mais ouvi, e o que me apresentou - e me ensinou - a ouvir a banda em suas diversas fases. Clássicos como "Ballad of a Ladyman", "Youth Decay", "You're No Rockn'Roll Fun", "1# Must Have" e "Male Model" são desse álbum.  


Uma das características marcantes do álbum é a letra de "Ballad of a Ladyman", que fala sobre ser uma mulher fazendo música em uma indústria ou em uma cena em que é majoritariamente dominada por caras. E como estar nessa posição faz com que as mulheres - e aqui entendo que não somente elas, mas várias outras também - tenham que regularmente provar coisas, passar por testes, ouvir comentários jocosos de caras que só sabem reproduzir o status quo, o machismo. Essa característica não está presente somente nessa letra, ela se espalha por outras e mostra que, mesmo elas já tendo nesse álbum 6 anos de banda elas continuavam passando por essas experiências. O patriarcado não dá um tempo. 

Inclusive, o termo "Ladyman" da letra é inspirado em uma experiência delas. Elas estavam hospedadas no chalé 216, antes de algum festival. E, segundo Corin, "alguém deixou um recado dizendo 'Chalé 216: ladyman - sim!". Foi engraçado na época, mas ao mesmo tempo nós fomos nomeadas como diferentes, como se quisessem dizer 'Vocês não são como o resto das outras garotas daqui'. Nós ainda deixamos as pessoas desconfortáveis". Não é a primeira vez e nem vai ser a última que mulheres são chamadas de "ladymen" ou de "mina macho". Eu já fui, amigas minhas também e as outras garotas antipáticas e que despertam o desconforto das pessoas também serão. E não vai ser só uma vez. É a forma que eles encontram de dizer que aquele espaço não é nosso. Pffffff. 

A famosa! Foto por PopTurf
Além de reapropriar o "ladymen" a inteligência/bom humor delas vai além, e elas debocham dos caras no hit do disco. Não só debocham, mas debocham fazendo dançar. Em "You're No Rockn'Roll Fun" elas dizem "the tortured-genius, indie-boy rock icon". Para mim isso é sobre o drama que os caras passam na música, porque eles precisam de ter uma banda foda. Foda o suficiente que os tornem queridinhos de alguém para que possam ($) dar os roles que eles tanto curtem, e para se tornarem ícone de alguma coisa. Sem contar  o colecionismo de discos, competição e vaidade e as piadas para deslegitimar os outros. Booooooring. Enfim, uma grande massagem de ego que acaba se tornando a viagem/esporte preferido de alguns caras. 

É também  do "All Hands" a belíssima "Leave You Behind", break up song que te faz esquecer do coração partido. Até hoje não vi nenhum vídeo delas tocando essa música ao vivo. Se de fato elas não tocavam, não sei, mas se elas não tocavam mesmo eu gostaria de saber a história por trás dessa decisão. E se você já viu algum vídeo delas tocando essa canção, compartilha com a gente!
A lentinha e "chorante" (como diria o Marcelo) "The Swimmer" também é desse álbum. As músicas desse disco são energéticas, são punks, são rockn'roll fun e tem uma urgência. O casamento das guitarras de Carrie e Corin é perfeito, a voz da Carrie é o quarto instrumento e Janet é apenas Janet, ou seja, perfeita. 


Já a capa do disco rende uma história a parte. O que diz a lenda? Que a foto da capa - que tem alguém sendo carregado em uma maca - é Corin Tucker, sendo carregada após um show porque se meteu em alguma briga. Em uma entrevista do ano passado Corin diz: "Oh man (risadas). Eu gostaria de poder dizer que é verdade porque essa é uma história incrível. Mas é uma foto que nós encontramos. Mas essa história é muito boa.

Queria ter tido mais tempo para fazer esse post. Mas, se me desse mais tempo iria correr o risco do tempo passar, me perder e demorar muito para postar. Então fica esse post de improviso, mas de coração. E vocês sabem qual é a melhor forma de comemorar o aniversário do disco né? Okey! Então vamos todas ouvir alto, sozinhas ou com as amigas, começar uma banda ou apenas dar graças as deusas pelo Riot Grrrl ter acontecido. 


Tracklist 

01. Ballad of a Ladyman

02. Ironclad
03. All Hands On The Bad One
04. Youth Decay
05. You’re No Rock N’ Roll Fun
06. #1 Must Have
07. Professional
08. Was it a Lie?
09. Male Model
10 Leave You Behind
11. Milkshake N’ Honey
12. Pompeii
13. Swimmer

Ouça online e compre o disco

Download - All Hands On The Bad One - Link1 

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Allison Wolfe é entrevistada em podcast

Gosta da Allison Wolfe? Então aproveite a entrevista que a baby donut deu a Zum Online. É quase uma hora de bate papo. Ela fala sobre o Cool Moms, sua última banda, sobre a vontade de montar mais uma banda em Los Angeles, cidade em que ela mora há pouco tempo. E é claro, ela também fala sobre as cenas de Olímpia e Washington, Pussy Riot, jornalismo e mais um catatau de coisas. Ouça aqui.

Allison, Molly e Erin, na época do Bratmobile - Foto por essa pessoa
Na #1 do Histérica nos entrevistamos Allison, que foi simpática e receptiva. A escorpiana é a eterna vocalista do Bratmobile, Partyline, Cool Moms e Deep Lust, e escrevia com Molly Neuman o zine "Girl Germs", diz a lenda Riot Grrrlniana que o termo "Riot Grrrl" foi tirado desse zine. Inclusive, ele está upado aqui para download.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Bleached - Ride Your Heart (2013)

O Bleached é mais uma das bandas que entra na gavetinha do Lo-Fi, do som com aquela distorção moda praia, e que é influenciada pelas Shangri-Las. A banda é de Los Angeles, e é composta pelas irmãs Calvin, que você provavelmente já conhece do Mika Miko. Jennifer e Jessie (a.k.a a eterna vocalista que usava o microfone de telefone) fazem no Bleached o oposto sonoro que faziam no Mika Miko, mantendo a qualidade de sempre, os poucos acordes e o visual too cool for _____ (coloque aqui o que faz sentido para você).

Foto retirada do tumblr da banda
Se a sonoridade é fofa, as letras caminham lado a lado, e falam sobre o boyzinho, os sentimentos, e decepções amorosas. Tem horas que ouvir essas letras nesse esquema Lo-Fi é legal, né. As duas tocam guitarra, e para os shows convidam algum baterista para tocar. Se as músicas seguem a distorção e os 4 acordes, a diferença delas para as Vivian Girls está na falta de bateria (na gravação) e nos solinhos marotos. 
Elas gravaram "Searching Through The Past" para o They Shoot Music, vale a pena conferir. 

Nas gravações de "Ride Your Heart" - Foto retirada do tumblr da banda
A banda lançou o 7" "Carter", além do "Searching Through The Past", de 2011. Mas é em abril desse ano que elas lançaram seu primeiro full length, o álbum "Ride Your Heart". Ainda não ouvi, por isso não vou arriscar nenhuma resenha, mas acho que ouvindo algumas músicas no youtube da para ter uma noção do que se trata. Quer ouvir o disco? Então continua no post que upei ele. Mas antes disso, ouve essa gravação de "Today Our Love, Tomorrow The World", cover que elas fizeram dos Ramones.


Tracklist

01 Looking For A Fight
02 - Next Stop
03 - Outta My Mind
04 - Dead In Your Head
05 - Dreaming Without You
06 - Waiting By The Telephone
07 - Love Spells
08 - Searching Through The Past
09 - 
Ride Your Heart 
10 - 
Dead Boy
11 - Guy Like You
12 - When I Was Yours

Download - Bleached - Ride Your Heart (2013) - Link 1, Link 2 e Link 3

Quer saber mais sobre elas? Tobi Vail entrevistou a dupla recentemente, e para quem quer uma resenha, a Pitchfork falou sobre. Elas ainda tem myspace, e rola um tumblr também.