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sábado, 2 de outubro de 2010

Girls to the Front: The True Story of the Riot Grrrl Revolution

É o livro escrito por Sara Marcus, sobre o Riot Grrrl, lançado dia 28 de setembro.



Kathleen Hanna disse que "é o primeiro livro que pesquisou meticulosamente o Riot Grrrl", e isso é algo que tem sido dito sobre o livro. Ainda não tive oportunidade de ler, mas é um livro que certamente deve ser lido por nerd chicks.É possível comprar no Amazon. Será que em breve algum coletivo bahiano o venderá?



A jornalista Sara Marcus cresceu nos subúrbios de Washington, DC, e lá ela se envolveu com o Riot Grrrl, participiando de reuniões, escrevendo zines e tocando em bandas.
As várias conversas sobre o RG e seu legado fez Sara ter a idéia de abrir um espaço no blog, perguntando para os outros: como descobriram o RG? Como isso mudou a sua vida? As pessoas responderam em vídeos, e um bem bacana é desse homem, pai, que fala sobre a relação dele e do desafio de criar uma criança numa perspectiva feminista.


MARK GOOD FATHER from cat on Vimeo.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

resenha: Elasticdeath e Obsesif Kompulsif split CD




Um dos vários lançamentos envolvendo a banda de tokusatsu hardcore, Elasticdeath acabou de sair, e chegou ao Brasil. É o split THRASH COMPLEX com os indonésios do Obsesif Kompulsif. A sonoridade da OxKx remete a um grind doido, com passagens pelo thrash, entre as músicas rolam várias vinhetas. A banda tem dois vocais, um mais gritado e outro mais "cachorro". Algumas letras são em indonésio e outras em inglês, elas falam sobre florestas e rios sendo destruídos, televisão estragando a cabeça, propaganda, retomar a prórpia vida e transporte público, e ainda tem cover de Where's the Unity, do Infest. A última música tem um final bem doido, com um ritmo que lembra jogo de video game? Não sei, ouve e me diz o que você acha.
O cd foi prensado e a arte feita pelos caras, da pra perceber através da arte do cd, que não remete-se a tokusatsu ou elementos elasticdeathnianos, gosto especialmente da capa e da arte do cd, que é uma caveira mucho loca mordendo uma fita k7.

O Elasticdeath gravou nove músicas novas pro split, o que pra mim, consumidora de música e não feitora, considero uma produção industrial. Por isso eu ouço e não faço, hehe. Além das nove músicas novas eles colocaram também o cover do Hoy Pinoy (Where's is Jollibee). A destruição da natureza é um tema recorrente nas letras, o que deixa isso mais marcante para eles é terem visto várias cachoeiras e reservas de Itatiaia e Penedo (vale do sul fluminense do Rio) serem sujadas, emporcalhadas e modificadas pela ação do homem. Gosto da letra de "My hipocrisy doesn't work on holiday" (Minha hipocrisia não funciona em feriado), é aquela coisa de parentes, conhecidos te ignorarem veementemente durante o ano e serem simpáticos e atenciosos no natal ou em qualquer época do ano em que não ser é de fato realmente demonstrar que não se importam. "Não me deseje bom feriado se você não olha para mim em uma simples terça feira". As influências musicais retomam o power violence californiano e ao tocar rápido com vontade, se você ainda não ouviu vale a pena gastar um minuto e meio para conhecer, e depois mais porque algumas músicas são grudantes. Como o cd foi feito na Indonésia traz uma arte diferente da que sempre associamos ao ExDx, porém, ela é coesa. Mas não pense que não vai ver algum Ultraman perdido no cd, você vai! O Cd foi lançado pelos selos: Teriak Records (INA), Tarung Records (INA), Suhatkor Records (INA), Sukma Records (Malaysia), Beat The Meat Records (USA), Buddha Khan Records (USA), Punk Anak Mama Records (INA), Lost Cause Records (Russia). Pro Brazil vieram 60 cópias, então não se enrole se não vai perder, ajude a espalhar o tokusatsu hardcore.



review: Elasticdeath and Obsesif Kompulsif split CD

One of the many releases envolving the tokusastu hardcore band, Elasticdeath, is out already, and it`s here in Brazil. The split THRASH COMPLEX is with the indonesian Obsesif Kompulsif. The sounding of OxKx resembles a crazy grind, passing throught thrash, between the song there`s a lot of samples. The band has 2 vocals, one more screamed and the other more "dog" vocals. Some of the lyrics are
in indonesian and others in english, they talk about forest and rivers being destroyed, tv ruining our heads, propaganda, taking back your own life and public transportation, and still, there`s a cover of Where`s teh Unity, from Infest.
The last song has a real crazy ending, in a rythim that reminds a videogame soundtrack? I don`t know, hear it and tell me about it. The cd was pressed and the art made by them, you can see it throught the cd artwork, that don`t reminds anything about tokusastu or elasticdeath`s elements, I like specially the cover and the cd artwork, that is a mucho loco skull biting a k7 tape.
Contact: fredintiept@yahoo.com
Myspace: http://www.myspace.com/oxk

Elasticdeath recorded nine new songs for the split which for me that just listen to music and don’t make it it’s an industrial production. That’s why I listen to music and don’t do it!
Besides the nine new songs they put the Hoy Pinoy’s cover “Wjre’s is Jolibee”. The destruction of nature it’s a recurring theme in the lyrics because they spent a lot of time in Itatiaia’s and Penedo’s waterfall (two cities that are beautiful and full of cold water and bug rocks) they so them be wasted, deprecated and modified by men’s modification and interests. I like the lyric of “My hipocrisy doesn't work on Holiday”, that talks exactly about relatives and people that all year long don’t give a crap about you and when is socially suitable they are there and are loveable and you can count on then. Just cut the crap, and keeps on avoiding us because a damn holiday won’t change a thing. Won’t make it any better.
Their music sound like the first California wave of power violence bands and they play fast and they mean to do and do it because they want and have to, it’s fast music to long feelings. So if you don’t know they yet you really should spent one and a half minute to know and after more time to enjoy them.
It’s funny that these guys remind me why I like fastcore. When I was starting to get to know this punk thing I spent almost every time to listen to fastcore bands like Discarga, I Shot Cyrus, WxHxNx, Infest, DS 13, Fubar, Yacopsae and much more. I could’nt stand to listen heavy metal or “metalcore” (I don’t believe there’s such thing) It gotta be fast, wasn’t any way out. So, after a long time listening to Wipers, Weirdos, Dinosaur Jr, Sleater Kinney, Go Sailor, I understood why I enjoy fastcore. It’s like I said, fast music to long feelings. The cd was released by: Teriak Records (INA), Tarung Records (INA), Suhatkor Records (INA), Sukma Records (Malaysia), Beat The Meat Records (USA), Buddha Khan Records (USA), Punk Anak Mama Records (INA), Lost Cause Records (Russia). In Brazil we have 60 copies, so have this cd, help to spread TOKUSATSU HARDCORE.
Contact: caioconceicao@hotmail.com or robin_merdacore@hotmail.com
Myspace: http://www.myspace.com/elasticdeath

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

entrevista: MAREN a.k.a. FRLZUCKER!



Dezembro é um mês odiável por incontáveis motivos, mas ao invés de pensar o lado negativo para variar eu tentei o positivo, entrevistei a Maren, uma alemã que desenha lindamente. É uma das entrevistas que mais gostei de pensar – e fiz isso muito rápido – e do resultado final, é despretensiosa no sentido de que eu queria saber mais da pessoa do que do significado do que ela faz, mostrar o significado das coisas já deixou de ser minha responsabilidade. Com vocês, a minha entrevista favorita, até agora, e que não ficará apenas em reduto internético. A qualidade das imagens estão prejudicadas porque não consegui salva-las, tive que salvar dando print.


Conheci seus desenhos quando uma amiga enviou o link do seu flickr. Foi muito bom vê-los, eles são delicados e passa bastante força, animação. Gostaria de saber a quanto tempo você desenha e como você chegou aos desenhos que você faz hoje.

Maren: Primeiro, eu estou lisonjeada! Eu desenho desde pequena e desde que comecei nunca parei de desenhar. Eu sempre senti o mundo tão opressivo e intenso, andando pelas ruas de uma cidade no interior no leste da Alemanha sempre me inspirou bastante. Apenas observando as coisas atentamente. Eu tentei muitas formas de desenhos, acho que isso me trouxe onde estou hoje.. Mas acho que nunca vou parar de tentar coisas novas, de maneira nenhuma.



Você faz zines, assim como eu. Mas vendo as fotos dos seus zines eu vejo uma diferença muito grande com os zines daqui, aqui nós usamos bastante xerox e trabalhamos com colagens em cima disso, também usamos desenhos, impressão. Seus zines muitas vezes tem formatos inusitados e cores diferentes, como você chegou nesses formatos, você tem uma pequena editora?

Maren: Quando eu tinha 17 anos eu descobri os zines. Eu ouvi falar sobre eles num livro que falava sobre Riot Grrrl e lá dizia que zines podem ser o que você quiser, não existem regras para zines. Eu nunca tinha visto um zine até eu fazer o meu primeiro, o que provavelmente explica a diferença. Eu não vejo muita diferença, eu não tenho uma editora eu apenas uso xerox!

Que artistas te inspiram?

Maren: Eu amo a Miranda July, tudo que ela faz é brilhante. Também adoro Karin Dreijer do The Knife ainda que as coisas que ela faz são completamente diferentes do que eu faço. Me inspiram também ilustradores do mundo todo, como Gemma Correll, Sandra Juto e Lisa Von Billerbeck. E claro, muito da minha inspiração vem de vários tipos de bandas riot grrrl! Escritores contam como artistas? Então eu PRECISO citar Joanne K. Rolling, claro.



Ilustração de Gemma Correl

Você ouve música quando está desenhando?

Maren: Eu ouço quando posso, mas eu não deixo de desenhar se não posso ouvir.

Você desenha garotas incríveis falando sobre feminismo e girlsgang (termo que ela usa) eu me senti orgulhosa vendo seus desenhos porque eu me identifiquei com as garotas que você retratava. Elas estão juntas produzindo coisas, pensando, sendo felizes e gostando. Como você conheceu o feminismo? O que você sente em relação a isso?



Maren: Conheci o feminismo quando eu comecei a usar internet, eu tinha uns 14 ou 15 anos. Antes era uma coisa que não tinha muito a ver comigo. Feministas era as que apoiavam aborto, o que era basicamente o que eu tinha em mente. Qualquer um que me conheça/meus desenhos um pouco sabe que feminismo é importante para mim – mas acho que é para a maioria das pessoas, elas apenas ainda não sabem isso! Me entristece que as pessoas não percebam a diferença entre ser uma garota/mulher que apóie o feminismo e uma odiadora de homens. Já fiz um pequeno livro com uma frase da Kate Nash que fala sobre como me sinto em relação ao feminismo: “Feminismo não é uma palavra suja. Não quer dizer que você odeie homens, não significa que você odeia garotas que tenham pernas bonitas e bronzeado, e não significa que você é “bitch” ou “dyke” – significa que você acredita em igualdade.”

*Fotos do livro estão disponíveis no flickr, veja: um, dois, três, quatro cinco, e seis.

Aonde você mora e como é a movimentação punk hardcore?

Maren: Eu moro em Berlin, Alemanha, e sinceramente eu não sei nada sobre a cena hardcore daqui. Na verdade, eu não sei nada sobre qualquer cena!

Fale um pouco sobre street art na sua cidade.



Maren: Berlin é provavelmente a capital do streetart, o que é legal porque você uma grande variação de colagens e intervenções. Mas esse excesso pode ser um pouco opressivo, pro meu gosto. Eu fazia streetart para criar meu ambiente, as ruas que eu vivo, mas aqui eu não sinto mais essa necessidade porque já foi feito. Não sinto que o streetart é tão especial como antes (o que não é uma coisa ruim, é só o jeito que sempre foi!). Na cidade que cresci, Halle, o streetart era especial. Poucas pessoas faziam e era uma coisa completamente nova para mim, o que era tão animador. Quando eu aprendi sobre streetart eu conheci a forma perfeita para me expressar, mas eu acho que satisfazendo essa necessidade de outra forma (a internet, há!) o que não significa que nunca mais vou fazer streetart. Provavelmente irei quando eu morar em um lugar que não esteja totalmente feito, que precise sofrer intervenção.

Você sabe fazer os cupcakes que você fotografa? Se sim, divida conosco uma receita maravilhosa!

Maren: Eu sempre tiro fotos quando vejo uma boa comida, mas sim, eu também faço alguns dos cupcakes. Você pode encontrar as melhores receitas no livro da Isa Chandra Moskovitz*: Vegan cupcakes take over ther world (cupcakes vegans dominan o mundo – livro não traduzido)!

*Moskovitz é uma chef vegana com vários livros publicados e uma das pessoas por trás do The Post Punk Kitchen, que é foda, diga-se de passagem. Pela foto da pra ver que ela gosta de barulho, certo?



Você conhece alguma banda ou artista brasileirx?

Maren: Estou envergonhada, mas não conheço. Mas, espere. CSS é do Brasil, certo? Eu gostava muito deles!

Nota (04/12): o correto é Maren, e não Mauren, como eu tinha digitado errado. Dã.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Seremos coitadxs felizes



Esse é o segundo vídeo da soteropolitana Charlie Chaplin, que entrevistamos uns tempos atrás. Eles tocam a música "E porque não?", a filmagem é de Uirá e a edição de Rafiuskis, o show rolou na Boomerangue. Pra todas aquelas pessoas que estão hanging on a ledge.

This is the second video from Charlie Chaplin, band from Salvador that's very energetic and if you like an accent they have, I like it and the band have some good people. If you cna read portuguese we interviewed then. The lyrics are all in portuguese but you can enjoy the video.
It's for everyone that's hanging on a ledge, as the seattle boys one time said. By the way, I'm never sick of hearing Wipers. It's something else.

Charlie Chaplin - E porque não?
http://www.youtube.com/watch?v=OSd3RWWIrR4



Pra quem está hanging on a ledge e quer ouvir uma banda com vocal feminino tem Vivian Girls, de Nova Iorque, para as noites quentes com suco de limão.

Who's hanging on a ledge but want to hear some girl voices I say: Vivian Girls. They're from New York and they're together since 2007, just good rock played by girls to ear in hot nights drinking lemon juice.

Vivian Girls - Wild Eyes
http://www.youtube.com/watch?v=_AVLb0H7mck&feature=related

Foto Charlie Chaplin: Mariele Goés.
Foto Vivian Girls: não sei!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Grass Roots Feminism




O Grass Roots Feminism é um site que arquiva zines, posters, colagens, entrevistas, nesse sentido é bem parecido com o Queer zine archieve. Ele é feito por Elke Zobl e Red Chidgey, elas são envolvidas com zines e distros e diyk elas buscam organizar, orientar e entrevistar o que está sendo produzido em termos de produção cultural feminina/feminista numa escala mundial. É disponibilizado entrevistas com organizadoras de LadyFests de diversos países europeus, zines de vários locais.

É uma fonte importante e interessantíssima pra quem gosta e lê zines com esse approach. São muitas entrevistas, muitos temas, ainda não li nem a metade. E ainda é possível se cadastrar para postar e comentar as postagens.



I wanna go sleep so bad that I'll just ctrc ctrv their about to you girls and boys that visit this cabeça tédio thing. Hope you go read their interviews they're good.

Grassroots Feminism: Establishing a transnational community platform and living history archive

The preconception of youth, and in particular of girls and young women, as culturally unproductive and as passive consumers of mass culture and media is still very much ingrained today. However, girls and young women are capable cultural producers who create a wide variety of their own films, music, media, and festivals. To gain insight into and to document the cultural spaces girls and young women create and the meaning they have, it is vital to look closely at their own cultural spaces - and not only at media produced for them (which is done more frequently).

Contemporary cultural productions by female youth have rarely been collected in libraries as they are not seen as worthy of the canon of “high literature”. While I was working on the Grrrl Zine Network project the past years I realized that it is not only zines - or other independent media for that matter - but feminist cultural productions and activities overall that are not archived or made accessible to a larger audience and that an interactive feminist community portal was missing. Hence, I decided to create a central and interactive community platform for transnational grassroots feminist archives, projects, and resources.

Grassroots Feminism: Transnational archives, resources and communities takes as a starting point that today’s oppositional cultural practices by girls, young women and transgender folks are worthwhile to be documented and that we need to collect them as important social movement artefacts. By providing an interactive network portal and research platform at the web site, the goal is to make contemporary cultural spaces and practices by feminist and queer youth more accessible to diverse communities, activists and researchers, as well as to establish a “living history” archive. Working towards the recognition and renewal of the contemporary transnational feminist movement, the aims of the web site are:
- to archive activities of the grassroots feminist movement worldwide (be it cultural, activist or political)
- to provide and share information and resources on feminist practice and theory
- to offer possibilities for exchange, networking and interaction so we can connect across borders and re-envision feminist politics
- to encourage the participation and acknowledgement of young feminists

Its overall vision is to establish a non-hierarchical network of communication between feminist activists throughout the world.

In solidarity,
Elke Zobl
Salzburg, Austria, December 1, 2008

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Maximum RocknRoll #317



Eu quase esqueci, QUASE, mas eu não podia esquecer. A edição 317 da MRR (outubro de 2009) tem como tema o Queer, eles entrevistaram várias bandas pelo mundo todo (até aí nenhuma novidade) e os brasileiros do Nerds Attack e Teu pai já sabe participam da edição.
E.. Fernandolfo foi publicado através da entrevista com Teu pai já sabe, essa nota é pra fazer um YEEEYYY pro capixaba mais querido do sul fluminense. YEEEYYY!



Foto: Heitor Riguette, acho que no show do Velho em Vitória (ou Vila Velha)?

*317 edition of Maximum RocknRoll (october 2009) featured on Queer, they interviewd several queer bands around the world, two queer brasilian bands were featured: Nerds Attack (from São Paulo) and Teu pai já sabe? (from Curitiba). Fernando (from Vitória) was published through Teu pai já sabe's interview.
Fernando is a friend and is the other bored that write in this blog, so a big YEEYY to him! It's just a note of something I think it's cool. The picture above: Fernando and John (they do together the zine Distorção) photographer: Heitor Riguette.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Zines e o segundo semestre

Mais uma vez estou aqui pra falar sobre outros zines. A terceira edição do Mau Humor (Joinville/SC) está pronta e disponível no flickr! No site da pra ver todas as páginas e com boa vontade ler o zine. Colocar no flickr foi uma alternativa criativa, todos conseguem ler e pelo formato da pra imprimir e ter sua própria cópia.Não é sempre que da pra tirar toneladas de cópias, dessa forma quem se interessar vai, imprime e guarda. Uma forma do papel sobreviver. Tem entrevista com Ordinária Hit e Odeie seu ódio, texto sobre saudosismo punk e resenha.

Allan Borges (editor do Uma Parte-ES) está disponibilizando em seu blog entrevistas que foram publicadas no zine.Até agora foram postadas Russian School of Ballet e Spazz. Uma boa forma de quem não conhece o zine sentir o clima da coisa.

Outro zine do ES, este ainda sendo editado, é o Distorção. Na primeira edição traz entrevista com os organizadores do Queerfest-a que mais gostei,por sinal, Bandana Revenge (ali, de Resende/RJ), Carnaval (do ES, se não me engano o nome anterior da banda era Escola Clássica de Piano) e Besta Fera. Ainda tem um relato falando sobre os pontos contraculturais e de urgência sobre o Japão, feito por um cara que passou uma temporada lá. Ainda tem outras coisas..não vou falar tudo e estragar sua surpresa.Entre em contato: distorcaozine@hotmail.com

TL ainda não morreu, está no forno!