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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

FEM Magazine



FEM Magazine é uma revista organizada por estudantes da Michigan State University. Como, para bom entendedor, meia palavra basta, você já sabe que a revista é focada em questões de gênero. Elas estão aceitando envio de materiais, que será publicado na revista. Homens, mulheres, trans, estudantes, professores, punks, hippies, donas de casa, podem enviar materiais - poesia, artigos, colagens, fotos, desenhos - para msufem@gmail.com

O chato é que o deadline é dia primeiro, do próximo ano. E só fiquei sabendo disso hoje, graças a Íris. Aliás, to devendo aquele post sobre o Vulva la Vida. Então se você quiser participar, não deve demorar muito pra enviar.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cabeça Tédio no Blog de Ouro

Não conheço muito sobre esse "Prêmio blog de ouro", mas eu e Fernando agradecemos a indicação de Leila, que toca na Missfight e tem o blog Klitoris Freakshow, valeu!




Cabeça Tédio indica:

Manhê...abaixa o som!
Elas são mães, feministas, punks e veggies.

Klitoris Freakshow
Garage e all girl rock

Na Lâmina da Faca
Bahianas Sensação

Macacos Sem Deus
Serviços prestados ao rock sul fluminense, satisfação

Projeto Vegan
1 receita vegan por dia, durante 365 dias

Lá na casa da árvore
Amigos com gostos diferentes upando bandas diferentes = mil bandas num blog

Regras:
1.Colocar a Imagem do Selo No Seu Blog
2.Indicar o Link do Blog Que o Indicou
3.Indicar Outros Blogs Para Receberem o Selo
4.Comentar nos Blogs de Seus Indicados Sobre o Selo

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Anuário de Fanzines da Ugra Press



Conheci a Ugra Press através da Revista Prego, se me recordo bem. Acompanho as notícias do blog e eles lançaram um projeto muito legal, que merece toda divulgação possível. É o I Anuário de Zines, Fanzines e Publicações Alternativas, que busca compilar e organizar fanzines em tempos de internet.

Além de enviar os zines é necessário preencher uma ficha de inscrição (disponibilizada no site da Ugra Press), que pede informações sobre o fanzine e o editor, entre outras coisas.
A publicação do anuário está prevista para janeiro de 2011.Os zines serão escolhidos e participarão de um exposição no Espaço Impróprio (SP). O deadline é 26 de novembro de 2010. Serão postadas as capas dos zines recebidos no flickr da Ugra Press, assim vamos conhecer um pouquinho dessa compilação antes do lançamento.

Ainda não mandei meus zines, mas enviarei, obviamente. Não tem nenhum motivo para não participar de uma iniciativa como essa. Acesse os links disponibilizados nesse post, veja o video bacana que foi produzido para o Anuário, e o mais importante: envie seus zines!

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Dia do Rock - zines que vou levar

Separei os zines que vou levar para o show na Enxofre, amanhã, em comemoração do dia do rock. O show contará com exposição de zines, exibição de curtas e shows com Elasticdeath e Ricto Máfia.

Não foi fácil escolher os zines. Clássicos como Apocalipse Wow, Angry Voice, Screaming for a change, Água, Esquistossonoise, A Vida Simples vão estar de fora por estarem bem velhos, o que me lembra de xeroca-los novamente.



Hmmm. Qual levar?

Vou levar o Feminismos, publicação do Confabulando, que Íris enviou para mim, para distribuir. Para vender vou levar algumas cópias do Histérica, mas tenho grande dúvida se alguma cópia será vendida. Se vender vou me surpreender.



Alguns nomes que serão expostos: Kaóstica, Pinóia, Pouco Viável, Distorção, True Lies, Pauta Lixo, Life?, Uma Parte, xRebeliãox, Outspoken, lado [R], Contravenção, Antimídia, Mau Humor, Karta Bomba Zino, Straight Ahead, Video Violence, Navalha, Cine HQ, No Make Up Tips, Quase, Burn! Don´t Freeze e Spermental.
Pros meus padrões, selecionei mais do que imaginava. E também é a primeira vez que divido-os em público, então acho que fui bem, hehe. O resultado disso tudo e se voltarei com todos pra casa vamos saber no próximo post.



Alguns zines que vou levar

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Dia do Rock

O pessoal da Enxofre vai aproveitar a data em que comemora-se (eu sei lá o motivo) o "Dia do Rock" para exibir curtas, expor zines e ouvir power violence e rock alternativo. Uma boa oportunidade pra quem ouve roque, em tempos de poucos shows.

Serão exibidos curtas feito por pessoas do Sul Fluminense e o documentário HYPE!, que fala sobre o grunde, que não conheço. Ive pediu que eu levasse alguns zines da minha coleção para a exposição. Confesso que aceitei com relutância. Porque dividir com pessoas desconhecidas zines que gosto e que foram difíceis de conseguir é diferente, nunca levei minhas cópias pra alguma exposição. Mas achei o convite legal á uma boa oportunidade de dividi-los. Ainda tenho que ver quais vou levar.

Além dos curtas, do documentário e dos zines ainda tem show do Ricto Máfia e Elasticdeath. Pra ficar mais legal, só se Fernando Nandolfo viesse.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Na lâmina da faca



Na lâmina da faca é uma coletiva e distro soteropolitana que promove e distribui contra cultura punk feminista DIY. Nasce da urgência de colocar em prática antigos objetivos, de renovar e afirmar o que se gosta.
Com a distro vamos ter a possibilidade de adquirir e apoiar bandas que gostamos. O primeiro material que elas vão distribuir é a nova gravação do PARTYLINE (EP bad for the baby), banda que teve a vocalista, Allison Wolfe, entrevista da primeira edição do "meu" zine, Histérica. O EP chegou hoje e já esgotou, o que prova que existe interesse e vontade das garotxs em apoiar o coletivo.
Além de música o coletivo está ditribuindo zines, até então raros, como o Bendita, Água, e zines contemporâneos, como Histérica e Pauta Lixo.
Patches super cute também estão presentes nos itens distribuídos por essas bahianas. Leia o manifesto, entre em contato e apóie essa iniciativa foda que apareceu. Quem não souber que o nome do título do coletivo é inspirado em uma banda de SP, vai ouvir I Shot Cyrus, logo.

Site e email: nalaminadafaca@gmail.om

terça-feira, 15 de junho de 2010

Cade o International Girl Gang Underground?




Me fiz essa pergunta uns tempos atrás e as enviei para Kate poder responder sobre o deadline e lançamento do zine. É uma rápida entrevista sobre o conteúdo e material que elas já receberam. A tradução está tosca e sem revisão, queria ter tempo pra poder fazer um post mais gramaticamente correto e completo, mas tá complicado, então fica na base do rápido-semi tosco.
International Girl Gang Underground é pensado, organizado e criado por Kate Wadkins e Stacy Konkiel.
Perguntas e tradução tosca: Carla Duarte
Respostas: Kate Wadkins



Kate Wadkins

O prazo para enviar material para o International Girl Gang é 31 de maio. Hoje é 9 de maio. O que você pode nos dizer sobre as contribuições? Tem materiais sendo enviado fora os EUA?

KW: As contribuições são bem variadas. Nós recebemos vídeos, músicas, muitos nvos manifestos riot grrrl e textos. E sim, muito material tem vindo de fora dos EUA!
Até agora nós temos rad girls representando o Brasil, nós temos também materiais vindo de Portugal, Canada, Espanha,Itália, Inlgaterra e França. Dentro dos EUA: Brooklyn (NY), São Francisco (CA), Dallas (TX), Portland (OR), Olympia (WA) e Whashington (DC).
Nós estamos procurando também pessoas que queiram resenhar bandas pro zine. Nós temos uma lista de sugestões, mas aberta para novas! Mais informações sobre isso está disponível no tumblr, aqui.



Stacy Konkiel

Do material que vocês já tem recebido, como você acho que o zine vai ficar? Quantas páginas mais ou menos?

KW: Nós ainda não temos certeza porque nós ainda não contabilizamos tudo o que foi enviado. Com o que temos até agora eu diria entre 30 e 50 páginas, mas isso pode mudar muito porque ainda temos 2 semanas para receber materiais!

Qual foi a reação das garotas punks dos EUA quando você divulgou o zine e deixou o convite aberto para envio dos materiais?

KW: Surpreendentemente não ouvi muitas reações das mulheres da minha própria comunidade sobre elas enviarem ou não algum material, mas as que pensam em enviar
tem ótimas idéias! A reação nos EUA tem sido realmente maravilhosa. Marisa Meltzer, autora de Girl Power: The Nineties Revolution in Music entrou em contato conosco quase imediatamente depois de divulgarmos a idéia; ela nos consultou sobre um artigo que ela escreveu para a revista BUST sobre riot grrrl.
O POC zine project levou cópias do nosso panfleto de divulgação para o Lawrence’s Women’s History Conference, esse ano.
Muitas mulheres punks que eu conheço tanto de tocar em shows como do movimento punk e/ou de comunidades acadêmicas demonstraram seu interesse divulgando nosso panfleto de divulgação em seus sites. Toda a experiência está sendo super inspiradora até agora: recebendo contribuições de mulheres que vivem na minha vizinhança e que não conheço (ainda!), como recebendo contribuições internacionais de pessoas como você, pessoas que me fazem querer viajar pra todos os lugares e conhecer todas as grassroots feminits pelo mundo.



Marisa Meltzer, confira uma entrevista com ela em inglês.
Foto: Shayla Hason

Quando você acha que o zine vai estar finalizado e pronto?

KW: Nós esperamos ter lançado o zine na primavera/inverno de 2010!

Não leu nosso post sobre o International Girl Gang Underground?
Leia aqui.



Where's International Girl Gang Underground?

I asked myself what about this great idea? Then I asked Kate some questions and finally I post here this short interview. Yes there's written mistakes but that's just what I can do. Questions by Carla Duarte and answers by Kate Wadkins.

The deadline to send contribution to International Girl Gang its may 31st. Today its May 9. What can you say to me about the contributions? Theres some coming from the outside of the US?

The contributions so far are varied. We’ve received video work, music, lots of new riot grrrl manifestas, artwork, and articles. And yes, lots of work from outside of the United States! So far we have you rad ladies representing Brazil, we have submissions from Portugal, Canada, Spain, Italy, the UK and France. Within the US: Brooklyn, NY; San Francisco, CA; Dallas, TX; Portland, OR; Olympia, WA; Washington, DC.
We’re also looking for folks who want to review bands for the zine. We have a list of suggestions, but are open to many more! More information about that is available at our tumblr, here.

From the material you have already how big do you think the zine it's going to be? How many pages?

We’re not sure yet because we haven’t laid out all the submissions. With everything we have now I’d say between 30 and 50 pages, but that might change a lot since we still have over two weeks left for submissions!


When you spread the call for submissions how was the reaction of punk girls in US you have touch with?

Surprisingly, I haven’t heard from many of the women in my own community about whether or not they are going to submit something, but those who plan to have great ideas! The US reaction has been really wonderful.
Marisa Meltzer, author of Girl Power: The Nineties Revolution in Music contacted us almost immediately after we put out our call for submissions; she consulted us for an article she wrote for BUST magazine on riot grrrl. The POC Zine Project brought copies of the call out to Sarah Lawrence’s Women’s History Conference this year.
Many punk women I know either from playing shows or from the national punk and/or academic communities have showed their support by posting the call for submissions on their websites.
The whole experience has been super inspiring so far: receiving submissions from women who live in my neighborhood that I’ve never met (yet!), as well as getting international submissions from people like you, folks who make me want to travel
everywhere and meet all the grassroots feminists around the world.

Can you say when the zine will be finished?

We hope to have the zine out by fall/winter 2010!

Links? Search in the portuguese version.

domingo, 9 de maio de 2010

Atrasadas, resenhas, atrasadas, atrasadas!

Atrasadas de verdade, então vamos logo. Porque esse é um blog que quer falar sobre zines de papéis e o que menos temos postado são resenhas de zines de papel.
As duas primeiras foram escritas pelo Fernando e as outras por mim.

Um é o Visual Agression, feito pelo Ricardo Chacal. Acho que o zine que peguei foi a segunda edição. Ele é xerox pb, com uma diagramação bem simples.
Bom, ele é basicamente um zine de entrevistas. No total são 7 bandas entrevistadas (Ação Direta, Armagedom, Sons of war, Melody Monster, Plague Rages, Kaos 64 e Genocidio). Algumas entrevistas boas, revivendo histórias do punk brasil 80 e tal, outras entrevistas bem estranhas e chatas, não por culpa do Ricardo, mas sim da banda entrevistada. A que eu achei mais legal foi a do Melody Monster. Pela entrevista deu pra perceber que a frustração de muita gente em relação ao punk é igual. O hardcore como um meio aparentemente libertário, mas feito por pessoas reacionárias.
O zine conta também com uma matéria sobre o GBH, resenhas de discos e um poster do Sepultura. O Ricardo mantém um blog e uma rádio online aos domingos. Se você gosta de punk antigo brasileiro e metalpunk, vale a pena conferir o zine e o blog.
Contato: ricardothrasher@hotmail.com



O outro zine foi feito pela Isadora, de SP. Como ela mesma diz, é um zine sobre pessoas. São histórias de pessoas próximas a ela, ligadas ao punk, que vão de viagem à chiapas e kombi louca nas ruas de são paulo, ao futebol que realmente emociona. O texto sobre a vinda do time de futebol Easton Cowboys e Cowgirls ao brasil foi o que mais me agradou. Easton é um grupo de futebol que agrega ações políticas como o discurso antiracismo e antifacismo. Eles já viajaram para Palestina, México e África do Sul divulgando a mensagem, ajudando em projetos sociais e políticos, trocando experiências. O relato dessa passagem é feito pelo Mandioca e Leandro e é de uma beleza incrível. Nos aproxima de uma real quebra de fronteiras entre as pessoas, seja pelo seu país de origem, pela sua cor de
pele ou orientação sexual. O texto nos dá uma a sensação de que nem tudo está tão bruto quanto imaginamos. Parabéns mesmo. Acho que o Mandioca e o Leandro
fazem parte do Autônomos Futebol Clube, que é um time de futebol com as mesmas idéias do Easton Cowboys and cowgirls.
O zine conta também com uma entrevista muito boa com a banda Red Dons, na época da turnê deles pelo Brasil. Fotos jornalísticas do Daigo (fodido e xerocado), além de uma matéria sobre a banda The Fall, que eu não conhecia. O zine é realmente bom, vale a pena pegar uma cópia.
Contato: isadora@riseup.net



Vou falar um pouquinho sobre o zine da Isadora também. Ele tem 54 páginas, é meio ofício e tem uma ótima impressão. Ele é do último trimestre de 2009, recebi o meu em dezembro. Isadora é envolvida no punk há muitos anos, quando vi que o zine era feito por ela – com contribuição de vários amigos– fiquei surpresa. Porque não é muito comum pessoas com anos e anos de punk lançarem zines de papel, eu pelo menos, não conheço muitos.
Não queria ficar repetindo o que o Fernando já disse, mas o que também chamou a minha atenção foi o texto sobre os Easton Cowboys and Cowgirls – liberdade através do futebol. Porque eu nunca tinha ouvido falar sobre essa iniciativa ou sobre a banda Fora de Jogo. Saber que existem iniciativas anti-racistas e solidárias envolvendo pequenos times de futebol é legal, um contraponto em a indústria do futebol. E seria legal quando o Ataque ou Fuga viesse tocar aqui se a gente jogasse uma partida também, pelo prazer de não saber jogar direito e jogar do mesmo jeito.

Fernando Job “Katz” fez contato comigo uns tempos atrás, trocamos zines e assim conheci o Karta Bomba Zino. O zine existe desde setembro de 2008 e suas edições mantém a linha editorial: textos sobre bandas punks,entrevistas e resenhas.
O conteúdo fala sobre uma parte do punk que eu não conheço a fundo, que é o início do punk brasileiro, depois de ler o zine me contextualizei melhor sobre o assunto.
A #0, de setembro de 2008 traz um texto falando sobre a história e lançamentos do Olho Seco, da banda Nabat e resenhas.
#1 traz um texto sobre a banda DZK e entrevista com a banda Japurá Noise Project.
#2 texto sobre Sham 69, comentário sobre uma gig, receita vegetariana, texto sobre a banda Armagedom e entrevista com eles, resenha de zines.
A #3 é a última edição que eu tenho, tem entrevista com Pecúlio Discos, texto sobre a Casa da Lagartixa Preta e resenhas de zines.
A periodicidade (quatro edições em quase três anos) é algo invejável. Mas invejável mesmo é a qualidade da arte, Katz tem talento e faz o zine totalmente DIY. O zine vem sempre dentro de um envelope, o da #1 é silcado e acompanha um adesivo, algumas fotos de bandas são coladas uma a uma. É legal ver um zine que tem todo esse cuidado e com periodicidade, espero que ele consiga manter o zine. Confira a entrevista que ele deu pro blog zinismo.





Recebi no primeiro trimestre de 2010 o zine No Make up Tips, feito por Gabi e Jayde, de Santa Maria/RS. Fala principalmente sobre questões relacionadas ao feminismo, a longo de suas 16 páginas. Dois textos falam sobre a temática feminista, um escrito por Gabi a respeito da descriminalização do aborto e o outro escrito por Bruna Homrich que critica a visão do senso comum e conservadora sobre o que é ser mulher: ser criada para casamento e maternidade, a visão triste e limitada que ainda é possível ver e ouvir suas reproduções.
Tem entrevista com a banda TSF (Tijolo Seis Furos) que é de Santa Maria. Na época que trocava zines eu sempre recebia flyers deles, mas acho que nunca pedi demo ou algo do tipo. A capa é impressa em cores coloridas, é simples e bonita: trás o nome do zine e o fundo listrado. Sempre legal ver iniciativas e zines sendo feito, sendo conciliados com faculdade e todas essas responsabilidades que todas nós temos. A Gabi também mandou o zine Conversas Paralelas, com colagens e fotos e algumas frases. É bonito, todo impresso em páginas amarelas. Ele é feito por Guilherme, da Cu Sujo. É o primeiro zine dele que leio, quando trocávamos carta eu pegava as fitas da Cu Sujo, tenho elas aqui até hoje. Como eu ouvi o split com Abravanel. As duas também postam no blog Lá na Casa da Árvore, é possível acompanhar por lá novidades ou pelo email: nomakuptips@hotmail.com





Dando uma olhada em blogs achei um do alagoano Daniel Hogrefe, ele falava sobre a nova edição do zine que ele faz, o Quase, no caso sobre a terceira edição.
No blog li que era um pacote com o zine e adesivos, quando vi, foi bem mais legal.
O Daniel enviou a #3, a #2 e uma edição do zine que ele editava antes, Rising, que eu já tinha. O Quase é foda. Porque é sobre algo que eu queria saber fazer, mas não sei, e nem tento na verdade. Sobre desenhar, desenhistas, streetart.
A #2 tem entrevista com Roteen, ele faz stencil. Também com Herbie, desenhista alagoano na época com 19 anos que tem o traço fino e preciso, com desenhos muito legais. O zine é finalizado com entrevista com Deluxe Trio.
A #3 é impressa em papel reclicado. A capa é uma página de um livro de história, com o nome do zine impresso, bem bacana. Tem duas ótimas entrevistas, boas perguntas e boas respostas. Com Farofa (vocalista do Garage Fuzz) falando sobre o trabalho dele, sobre a banda, sobre o documentário. A outra é com Flávio Samelo. Até então eu não conhecia o trabalho dele com fotografia. É igualmente boa, longa e falando sobre skate e streetart. O zine termina com um texto legal e com ilustração idem.
Recebi o zine em fevereiro, e fazia tempo que eu não lia um zine com empolgação. Entre em contato.



sábado, 24 de abril de 2010

Riguette e Nandolfo na MaximumRocknRoll #321

O fotógrafo capixaba Heitor Riguette saiu na edição 321 da MRR, a de fevereiro de 2010, que já está esgotada. Essa é a The Photo Issue, além de todo o conteúdo da MRR fotos de 75 fotógrafos foram selecionadas e publicadas, outros brasileiros manjados também participaram: Mateus Mondini e Daigo Oliva. A demora para postar foi porque eu não tinha certeza se o Fernando postaria, porque a foto de Heitor é uma de um show do Ataque ou Fuga, uma das várias que o Fernando está com a arma de brinquedo. Um YEYYYYYYYYYYYY contido, porque Nandolfo já ouviu vários!

sábado, 13 de março de 2010

Uganda votará lei anti-LGBT

"Caso a proposta de legislação sendo debatida no momento passe, cidadãos gays da Uganda podem ser sentenciados à morte.

Desaprovação de alto nível internacional levou o presidente a pedir revisão da lei, mas aliados na Uganda dizem que só uma mobilização mundial pode afastar parlamentares dessa proposta, alarmando eles para um possível isolamento global.

Nós só temos mais alguns dias -- assine a petição abaixo se opondo à lei anti-gay da Uganda e envie para amigos e família, que será entregue aos políticos da Uganda, doadores e embaixadas ao redor do mundo."

(trecho retirado do site)

If a new law is aproved Uganda's gays can be killed legally. Sign the petition cause there is a thought that only GLOBAL MOBILIZATION can help Uganda's gays.

Entre no site e assine a petição.

Sign the petition.

quarta-feira, 10 de março de 2010

pintocore até morrer



Quando eu comecei a ouvir hardcore elas pararam de tocar. Não é fácil conseguir coisas antigas, e nunca vi um show delas. O vocal agudo, as guitarras marotas, as letras, a arte do cd, as entrevistas, as resenhas dos discos delas. Tudo soava perfeito para mim.
Foram e são muitas horas da minha ouvindo, por isso (e pelo destrambelho) meu Indelével (cd) tá meio capenga, mas o vinil está perfeito.
Nunca entrevistei a banda, Ricardo Tibiu entrevistou em 2008, 5 anos após elas terem parado de tocar juntas. Entrevistou em função do lançamento da discografia delas pela 625. Confira no CHIVETA, a entrevista feita por Ricardo Tibiu (valeu Íris, pelo link!) com Indayara Moyano e Estela Homem para a revista japonesa DOLL.

No HARDCORE MEMÓRIA, blog que hospeda trechos das entrevistas do documentário Hardcore 90 - Um história Oral, feito por Marcelo Fonseca, tem um trecho da entrevista que a Juliana Ferreira deu pro documentário.

If you want to listen to brazilian hardcore you really HAVE to listen to Infect. Thrash core, girl band, energetic. Even if you don't care about girls bands or hardcore bands from Brazil of whatever. Listen Infect, it's great, great, great, great.
Girls and boys that only read in english: remember to pay attention to my poruguese post cause I put some links there and not here cause it's a little repetitive. Here you can download their Complete Discography, it was out in 2008 through 625Records. This is 625's review: INFECT blasted onto the scene in the late 1990s, delivery a powerful mix of politically charged lyrics, and fast, energetic thrashcore. Part of a new wave of fastcore/thrash/hardcore bands from Sao Paolo Brazil, INFECT staked their claims in a male-dominated scene, confronting social inequality with one of the best soundtracks ever. This CD collects everything this seminal all-female Brazilian HC/thrash band ever did. Eps, comps, splits, their superb full length LP plus demos and unreleased studio tracks. A must have.

sábado, 6 de março de 2010

International Girl Gang Underground


(Clique na imagem para ler as informações)

Faz tempo que não posto aqui, não porque eu desisti do blog, mas porque não to tendo muito tempo, e também to sem o que postar. This blog isn't dead, we'll update less I guess, cause of our jobs, college and shit. Mas eu e Fernando estamos organizando uma postagem de resenhas de alguns zines que conseguimos, então isso aqui não tá abandonado.
Essa postagem é especial, é um Call for Submissions pro zine International Girl Gang Underground, que como o nome diz é uma compilação do DIY Punk Internacional.

Quais as garotas e garotos que vão escrever, participar e representar o que está sendo feito por aqui?

Entrem em contato, enviem seus materiais! UP NERD PUNX GIRLS!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

entrevista: Ive Môco (Ricto Máfia)

Sou da região sul-fluminense do Rio de Janeiro, da provinciana e coronelista, Barra Mansa. Entre Resende e Volta Redonda. E tenho esse blog, e o que menos faço é falar sobre a produção musical – seja ela a independente ou punk (são coisas distintas, para mim) – da região. Mas é pós natal e nos últimos três natais a Ive Môco (a mulher por trás do Macacos sem Deus fanzine, Ricto Máfia, Subterrânea Rock e inúmeros outros shows) apresenta uma coletânea de bandas independentes, undergrounds dessa região tão amada e odiada por todas nós.

A coletânea é a “Sempre chove no Natal” que já está em sua terceira edição e nada mais justo do que vez ou outra lembrar e registrar que existe produção que não pretende, à priori, ir para a rádio e animar as baladas. Não que isso seja puramente ruim, mas como ouvinte de música e de barulho é sempre o algo mais que chama a minha atenção.
Ive respondeu algumas poucas perguntas sobre a coletânea para o cabeça tédio, e as outras foram gravadas despretensiosamente no Zombie Crew Revival. Despretensiosamente mesmo, é a primeira vez que filmo uma entrevista, então tem todo aquele nervosismo e falta de jeito. A íntegra da entrevista esta aí, com a minha gagueira – hilária, diga-se de passagem – as mudanças de locais – em busca de melhor iluminação – confira o vídeo com o restante das perguntas.
Perguntas, gagueira e voz aguda: Carla Duarte.
Respostas, serenidade: Ive Môco.
New metal porra: juventude roqueira de Resende.

Quantas bandas participam da coletânea? E como elas foram escolhidas?

Ive: Da terceira edição participaram 10 bandas. Diego (Pando) Linx e eu que selecionamos as bandas. Nos conhecemos na época de Mirc (alguém lembra disso?), estudamos no mesmo colégio, ele tocou baixo na Ricto Máfia também e tem ótimas composições. Colocamos nossas bandas na coleta (a dele é a Lamadart) e fizemos um apanhado de bandas que gostamos, como Amplexos, Iguanas e Leis de Murph, com bandas mais novas e propostas que julgamos interessantes, como a Não Fique Triste e a Membranas. Como Linx e eu ouvimos mais rock alternativo, foi o estilo que predominou na coletânea, mas tem a Elasticdeath representando o barulho também hehe.



Essa não tem a ver com a coletânea, mas como andam as expectativas para fazer shows nesse 2010 tão novo? O fim de 2009 terminou com dois shows diferentes que eram produzidos em Resende, o SubterraneaRock e o Zombiew Crew Fest. Como é dar ponta em murro de faca: produzindo shows, chamando bandas, carregando equipamentos para a mesma atitude roqueira juvenil que – aparentemente – não muda?

Ive: Para 2010, Robin Zombie Crew, Rafael Fralda e eu estamos unindo forças e idéias pra fazer eventos juntos. Uma coisa que está atrapalhando e que ainda estamos procurando é o local, de preferência centralizado aqui na cidade e sem um aluguel exorbitante. Porque a casa do Robin fica bem afastada, num bairro conhecido como “buraco quente”, os shows lá chegaram a dar uma pausa uma época porque parte da molecada roqueira ficava na rua sem entrar no evento e os ‘aviões’ da área viram nisso uma boa oportunidade de ‘comércio’. Chega de associar rock a drogas em geral. E no local em que Rafael e eu fazíamos o Subterranea tivemos muita divergência de idéias com o gestor, apesar do espaço encaixar muito no que precisávamos, uma pena. Também parte da molecada colaborou muito pra que acabasse. Falamos disso no MSD Zine #7, ainda tenho cópias impressas, quem quiser só dar um toque, mas devo disponibilizar em pdf também. É que a história é comprida mesmo rs.

“Dar murro em ponta de faca” creio que é a expressão que melhor representa todo nosso esforço rs. Entenda por “nosso” toda essa região sul-fluminense, apesar de que em Volta Redonda as coisas parecem melhores, mas sabe como é a grama do vizinho. Conheci o Rafael, ele já estava nessa, nisso já vão uns seis anos, provavelmente mais (noção de tempo não é meu forte), desde então organizo com ele, já tomamos prejuízos, ficamos putos, mas também já nos divertimos bastante. Robin também deve ter bastante história pra contar, ele ainda é mais animado que nós. A atitude dos jovens não muda porque, na real, eles mudam o tempo todo. Explico: desde que “me entendo por roqueira” (rs) todo ano sai gente que pára de ir aos shows pra ir em balada, ou por outro motivo qualquer, e chega gente diferente, nova e com idéias mais deturpadas, principalmente porque ouviu histórias da “geração” doida anterior. É um grupo de umas 20 pessoas que acaba com a festa dos outros, por isso os shows rolam bem durante 6 meses e depois a coisa desanda. Mas o lance todo é que, se não fizermos os shows, quem fará? Faço os shows porque quero assistir também e mostrar pra quem está interessado.



Ricto Máfia, com participação de Leandro Peixe

Lançar a coletânea virtualmente é interessante por ser acessível a todxs que sabem do blog e da coletânea. Você tem noção de quantos downloads foram/são feitos nessas últimas três coletâneas?

Ive: Dessa mais nova até agora 34 do arquivo zipado. Da segunda uma média de 150 downloads, já que também é possível baixar faixa a faixa. Da primeira, não sei te dizer porque ficava hospedada no Rapidshare, mas o link expirou, daí coloquei pelo 4shared, que é ótimo por possibilitar ver a quantidade de downloads e um controle maior. Outra coisa legal é que, quem baixar uma, provavelmente baixará as outras duas e, como existem bandas diferentes nas outras coletâneas, todo mundo ganha uma pouco mais de espaço.

Resende está pro rock assim como Barra Mansa está para o ? (hardcore? balada? Hm...) Os roqueiros daí, que são vários, apóiam e ouvem a coletânea ou são os próprios feitores, produtorxs?

Ive: Eu não diria que Resende está para alguma coisa rs. Quando você fala Barra Mansa também, já logo entendo Volta Redonda, já que os shows da BMHC Crew são lá. Acho que a diferença é que no rock daí a maioria que curte já não é mais adolescente, tem noção coletiva de algumas coisas, pelo menos no hardcore.
De resto, creio que estão na mesma situação que nós.
Aqui existem os roqueiros que foram em shows e os que, digamos, consomem rock, através de roupa ou música mesmo, mas nunca nem ficou sabendo o que é um “showzin”. Percebo mais isso por causa da loja que abrimos: muita gente que compra aqui, eu nunca vi em shows e muita gente que vi em shows não vem na loja, ou seja, essas pessoas provavelmente não se conhecem, não se comunicam, não percebem que tem mais gente curtindo o mesmo. Acho que se juntasse esses dois grupos, já teríamos um público médio de 300 pessoas em shows.
Em 10 dias que a “Sempre Chove...” está disponível foram 34 downloads, o que considero bom. Mas meus pré-conceitos me levam a crer que menos jovens roqueiros baixaram e mais pessoas “do meio”: outras bandas, gente de zine, que conhece a gente ou as bandas participantes, isso pelos contatos que chegaram a mim.



Descontraída Ive no Mulheres no Volante, em Juiz de Fora/MG.

O restante da entrevista:



Ricto Máfica
Macacos sem Deus
DOWNLOAD DA COLETÂNEA SEMPRE CHOVE NO NATAL VOL 3

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sábado tem rock!



Dia 23, surpreendentemente, tem show. Tem dois, até.
Um em Resende, organizado pela Zombie Crew e Subterranea Prod, trazendo a Isabella Superstar de São Paulo, banda de power violence. Além deles três bandas locais participam: duas representam o grande contingente da juventude roqueira (pense em cabelos compridos, vinhos baratos, "new metal porra",blusas do nirvana, e a lista segue e segue), apesar deu joga-las numa vala do rock não tão interessante, musicalmente elas são diferentes: Ynsane (não digitei errado) anima, de fato,o pessoal que gosta, com New Metal.
A banda que abrirá o show chama-se Imperieuxs que, citando a Ive e o MSDzine, tocam heavy/hard rock. Não me lembro se já assisti o show deles ou não. E a última e não menos importante são os veteranos do Zähc, esse revival do Zombie Crew Fest comemora os quatro anos da banda que misturando zumbis, anilina, grind e vários tipos de barulho fazem shows animados.
O outro show é organizado pela BMS Crew, pessoal straight edge de Volta Redonda, no Centro Cultural Afro Reggae. Com as bandas: Still Strong de São Paulo, The Risk (BH), Future Waves (SP) H.E.R.O (SP) e a banda local da crew, Nossa Vitória. Confesso não poder detalhar com muita habilidade sobre a música e o que esperar desse show, além de imaginar que o show será uma celebração do pride, mas fica o convite a quem tem interesse, descobrir. A incansável Ive levará alguma edição do Macacos Sem Deus, eu me pergunto. Pois confesso que não faz muito tempo meu interesse e vontade para insistir nesses tipos de coisas e pessoas que - supostamente - teriam interesse estão tão altas como a chance de eu ganhar na mega sena. Leia também no MSD o post sobre os shows de sábado, com os respectivos myspace das bandas, preço dos shows e tudo mais.

I'm talking about rock! Yeap, there's a gig going on and we gotta celebrate and go, cause here it's not that often we have one. So, one of the bands that's playing this gig is ZÄHC (Grind/Thrash from Resende/RJ) and you really should watch this video. Live at Leo's Bar, Rio de Janeiro, from 2007 (this gig tthey make 4 years of band) and they have some demos out there, so check out.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Riot Grrrl Retrospective


O show que na primeira noite apresentou o Grrrls Night: somente as bandas que seriam as semninais do Riot Grrrl

Para quem ainda não conhece o documentário Riot Grrrl Retrospective fica a dica de um video que conta através de fotos, set lists, depoimentos e videos da época sobre a cena que chamava as meninas para tocar e produzir, em Olympia. Ele é um documentário on line dividido em 11 partes, com aúdio em inglês e sem legenda. Para quem conhece e quer ver Tobi Vail, Allison Wolfe, Erin Smith falando mais sobre a cena das meninas de Olympia e para quem não conhece: vale a pena assistir!
Link da primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=V0hS7hA133w


Sleater Kinney: ouça, ouça e ouça

E para quem gosta de power violence fastcore no Tsunami vc encontra postagens sobre, e principalmente sobre bandas asiáticas. Para os enciclopédicos de plantão!



I recently found about Riot Grrrl Retrospective. It's a on line documentary shared in 11 parts on youtube. It's all about the seminal and the boscure riot grrrls bands of Olympia. If you already know about riot grrrl you shoul wathc it and if you want to know more and put your preconception aside. Cause it's easy to see that some people, guy or girl they just don't know about and they stand but they don't support the riot grrrl idea. There's no subtitles and the audio it's in english. Enjoy!
Part 1: http://www.youtube.com/watch?v=V0hS7hA133w



Fot those who can enjoy power violence and fastcore at Tsunami you find posts about it and mostly about asiatics bands. The posts are in portuguese but listening to the songs you'll feel the energy. This blog's for nerds encyclopedics!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Mau Humor Zine entrevista Elasticdeath

Faz um tempo que não escrevo no blog. Nem tenho desculpas pra isso, acho que é falta de novidades por aqui mesmo.
Vou aproveitar a resenha da Carla e divulgar a entrevista que o Maikon fez com Elasticdeath para o blog do Mau Humor.
Lembrando que irá sair uma outra entrevista com os elásticos no zine Distorção. Mas esse, só os maias sabem quando vai sair..



domingo, 22 de novembro de 2009

Histéricas entrevistadas



Quando soube do projeto "Rebel Girl, Rebel Worlds: An Anthology of International Grrrl Zines" livro que será lançado pela criadora do Grrl Zine Network, Elke Zobl, tivemos vontade de enviar para elas uma cópia do Histérica, não só para sermos registradas em um trabalho muito foda mas para também representar o feminismo punk do Brasil.
Fizemos contato com a Elke Zobl, na época já existia o Grass Roots Feminism, ela e a Red Chidgey nós convidaram para responder a entrevista. Abusamos na demora mas finalmente enviamos as respostas para elas. As peguntas da entrevista são fixas, possbilitando comparar ou perceber o que é igual e diferente entre as entrevistadas. Íris traduziu um trecho de uma resposta minha, sobre o que é o Histérica, transcrevo aqui pra vocês:

“Somos três garotas brasileiras, que fizeram um zine usando a internet. O movimento riot grrrl nos inspira, o feminismo radical da década de 60 também, bem como nossas experiências pessoais, e tentamos relacionar isso com o que é importante para nós. Há mais um monte de outras coisas que estão misturadas no que nós estamos fazendo e vocês podem sentir isso lendo o fanzine. Ele é todo escrito em português, nossa primeira edição saiu em março de 2009 e nós entrevistamos: Allison Wolfe (líder e vocalista da seminal banda riot grrrl Bratmobile e atualmente vocalista da banda Partyline) e a seminal banda punk feminista brasileira Dominatrix. Textos e artes. Em breve a segunda edição será feita e vocês, garotas, provavelmente vão ouvir sobre isso.”

Superobrigados: Íris e Julie, and mostly Red an Elke for giving us the possibility of participate in this riot!
Para ler a nossa entrevista (em inglês), clique aqui, para ler a postagem de Íris sobre a entrevista, clique aqui.

Imagem: capa da primeira edição do zine, e também a xilogravura em papel kraft por Ana Luísa Flores.




When I first heard abou the project "Rebel Girl, Rebel Worlds: An Anthology of International Grrrl Zines" that's a book that I'll be done by Elke Zobl, the girl behind Grrl Zine Network, I wanted to sent our Histérca zine (made by me, Íris and Julie), in order to be registred and represent the brazilian feminist punk.
We made contact with Elke Zobl, by the way the Grass Roots Feminism already existed Elke and Red Chidgey (the other feminist from GrassRoots) invited us to answer a interview, so we did. Now it's published in english and you girls and guys can read here. If you want to read Íris' post about it click here.
A taste of the interview:

"We are three brazilian girls that made a paper zine using the internet. The Riot Grrrl Movement inspires us, the radical feminists of the 60's too, our personal expirience, [and] we try to put links between what's important for us. There's a lot of other things that are mixed in what we are doing and you can feel it reading the fanzine. It's all written in portuguese, our first issue was out on March 09 and we interviewed: Allison Wolfe (lead singer of seminal riot grrrl band Bratmobile and nowadays vocal fo Partyline) and the seminal punk feminist band from the brazilian riot grrrl: Dominatrix. Texts and artwork. Soon the second issue is done and you girls will probably heard about it. "

Thanx: Íris and Julie and mostly Red an Elke for giving us the possibility of participate in this riot!

Image: cover of the first issue made by Ana Luísa Flores.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Grass Roots Feminism




O Grass Roots Feminism é um site que arquiva zines, posters, colagens, entrevistas, nesse sentido é bem parecido com o Queer zine archieve. Ele é feito por Elke Zobl e Red Chidgey, elas são envolvidas com zines e distros e diyk elas buscam organizar, orientar e entrevistar o que está sendo produzido em termos de produção cultural feminina/feminista numa escala mundial. É disponibilizado entrevistas com organizadoras de LadyFests de diversos países europeus, zines de vários locais.

É uma fonte importante e interessantíssima pra quem gosta e lê zines com esse approach. São muitas entrevistas, muitos temas, ainda não li nem a metade. E ainda é possível se cadastrar para postar e comentar as postagens.



I wanna go sleep so bad that I'll just ctrc ctrv their about to you girls and boys that visit this cabeça tédio thing. Hope you go read their interviews they're good.

Grassroots Feminism: Establishing a transnational community platform and living history archive

The preconception of youth, and in particular of girls and young women, as culturally unproductive and as passive consumers of mass culture and media is still very much ingrained today. However, girls and young women are capable cultural producers who create a wide variety of their own films, music, media, and festivals. To gain insight into and to document the cultural spaces girls and young women create and the meaning they have, it is vital to look closely at their own cultural spaces - and not only at media produced for them (which is done more frequently).

Contemporary cultural productions by female youth have rarely been collected in libraries as they are not seen as worthy of the canon of “high literature”. While I was working on the Grrrl Zine Network project the past years I realized that it is not only zines - or other independent media for that matter - but feminist cultural productions and activities overall that are not archived or made accessible to a larger audience and that an interactive feminist community portal was missing. Hence, I decided to create a central and interactive community platform for transnational grassroots feminist archives, projects, and resources.

Grassroots Feminism: Transnational archives, resources and communities takes as a starting point that today’s oppositional cultural practices by girls, young women and transgender folks are worthwhile to be documented and that we need to collect them as important social movement artefacts. By providing an interactive network portal and research platform at the web site, the goal is to make contemporary cultural spaces and practices by feminist and queer youth more accessible to diverse communities, activists and researchers, as well as to establish a “living history” archive. Working towards the recognition and renewal of the contemporary transnational feminist movement, the aims of the web site are:
- to archive activities of the grassroots feminist movement worldwide (be it cultural, activist or political)
- to provide and share information and resources on feminist practice and theory
- to offer possibilities for exchange, networking and interaction so we can connect across borders and re-envision feminist politics
- to encourage the participation and acknowledgement of young feminists

Its overall vision is to establish a non-hierarchical network of communication between feminist activists throughout the world.

In solidarity,
Elke Zobl
Salzburg, Austria, December 1, 2008

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Maximum RocknRoll #317



Eu quase esqueci, QUASE, mas eu não podia esquecer. A edição 317 da MRR (outubro de 2009) tem como tema o Queer, eles entrevistaram várias bandas pelo mundo todo (até aí nenhuma novidade) e os brasileiros do Nerds Attack e Teu pai já sabe participam da edição.
E.. Fernandolfo foi publicado através da entrevista com Teu pai já sabe, essa nota é pra fazer um YEEEYYY pro capixaba mais querido do sul fluminense. YEEEYYY!



Foto: Heitor Riguette, acho que no show do Velho em Vitória (ou Vila Velha)?

*317 edition of Maximum RocknRoll (october 2009) featured on Queer, they interviewd several queer bands around the world, two queer brasilian bands were featured: Nerds Attack (from São Paulo) and Teu pai já sabe? (from Curitiba). Fernando (from Vitória) was published through Teu pai já sabe's interview.
Fernando is a friend and is the other bored that write in this blog, so a big YEEYY to him! It's just a note of something I think it's cool. The picture above: Fernando and John (they do together the zine Distorção) photographer: Heitor Riguette.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Novo flyer do Histérica

Flyer Histérica da Solen

Esse flyer foi feito, por proposição da Solen Friandises, pro Histérica. Ela é uma artista francesa que espontaneamente quis contribuir e claro, nós aceitamos. Como ainda estamos pensando e organizando a segunda edição ele apenas promove o zine.
Como tudo que fazemos eu, Íris e Julie conversamos por email sobre como queríamos, que frases e tudo. No fim eu só queria que estivesse escrito "Brains over breasts" sem a tarja, porque com ela parece que nós estamos censurando. Quando penso na frase "Brains over breasts" penso como uma supervalorização do corpo em detrimento da inteligência. Não acho que o corpo tenha que ser somente escondido ou exposto - cabe aos donxs dos corpos decidir. Dito isso acho que o trabalho ficou bacana, fica aqui o nossa nota de agradecimento!
Aproveitando que falamos alguma coisinha sobre corpo deixo a dica da postagem dos Destemidxs sobre a Nomy Lamm, que fala sobre a relação dela com o corpo, com o punk, com os pequenos detalhes que fazem a diferença na vida de uma pessoa.


*This flyer was done and proposed by Solen Friandises, to Histérica, the zine that I write with Íris and Julie. She's a french artist that want to do something for us and we sure accepted it. We are thinking about the second issue that's why the flyer don't talk about the new issue. When I think about the phrase "Brains over breasts" I think about the big value that sometimes body has over brains. We're not trying to censure the showing of the body, I guess that the showing or the hidding of the body it's a personal decision that obviously has politic sparkle (didn't find a better word, jeje). I'd like best if it was written on the breasts without the black label behind. But that's fine it's just a note of the work and sure a Thank you!
We talked a little bit about body and it reminds me of a post at Destemidxs, a brasilian body that talks about body, politics, feminism, veganism, it's a translation to portuguese of the text of Nomy Lamm, where she talks about her relationship with her body, punk and those little things that matters. I leave here to english readers the link of the text in english.