Como tinha dito na postagem em que publiquei a entrevista sobre o documentário Vulva la Vida, Vida lá vou Eu, ainda iria postar aqui a Convocatória Vulva la Vida 2012. O processo de construção do festival é o mesmo do ano passado: por email elas vão receber sugestões e depois se reunir para definir a programação do evento. Por isso, mesmo que você não possa ir a Salvador em janeiro do ano que vem, e quiser sugerir alguma coisa, sua idéia pode ser aproveitada.
Além disso, quem quiser copiar e colar o texto da Convocatória e publicar em seu blog. É mais uma forma de ajudar as divas na divulgação do evento. Não se perca: você tem até o dia 28 de outubro para enviar sua proposta para vulvalavida@gmail.com
Ahhhhh, uma coisa. O querido Fernando Nandolfo fez a super gentileza de converter o Girl Germs para PDF. Upei, e quem quiser pode baixar o zine aqui.
CONVOCATÓRIA VULVA LA VIDA 2012
No dia 28 de Setembro de 2011, o Coletivo
Vulva la Vida lança sua convocatória, no mesmo dia em que milhares de
mulheres no Brasil estão numa sinergia pelo Dia de Luta pela
Descriminalização do Aborto. É na inspiração dessa energia, dessa
vontade de decidir sobre nossas vidas, que abrimos nossa segunda edição
da Convocatória com o lançamento do documentário “Vulva la vida, vida lá vou eu”,
fruto de toda provocação feminista gerada na primeira edição do
Festival Vulva la Vida. O documentário resgata a experiência da primeira
edição do Festival que aconteceu em Salvador (BA), entre 19 e 23 de
janeiro de 2011 e abarcou shows, oficinas, e debates voltados para a
construção de valores e práticas anti-sexistas e o fortalecimento da
solidariedade feminista. O vídeo conta com falas de organizadoras e
participantes do festival, que compartilham suas leituras sobre o
evento, enfatizando desde o processo de construção do Vulva la Vida, até
avaliações sobre a repercussão do mesmo, que de forma autônoma e
idependente conseguiu atrair mulheres de diversos contextos, tanto da
Bahia quanto de outros estados.
Não é a toa que o entusiamos e a união
fez constituir o Coletivo Vulva La Vida, que agora chama
mulheres/garotas interessadas em participar na construção autônoma e
faça-você-mesma de uma festança contracultural feminista que será a
segunda edição do Festival, marcado para Janeiro do ano que vem. A
proposta do coletivo é agregar diversão à politica, baseando-se na
cultura Riot Grrrl, resgatando o espirito rebelde para o feminismo.
Estará aberta a convocatória, entre os dias 28 de setembro e 28 de outubro. Sendo assim, envie suas sugestões para o e-mail vulvalavida@gmail.com para: ministrar oficinas, facilitar discussões, socializar debates, criações, danças, artes, músicas, etc. É só chegar, tem espaço para tudo isso e muito mais. Participe e divulgue!
Quem estiver em Salvador pode assistir o lançamento do documentário, na Sala Alexandre Robatto – Biblioteca dos Barris, nesta quarta-feira, dia 289, às 19h. O documentário já tem lançamento marcado também em Natal (RN), será também dia 28, no Nalva Melo Café, Rua: Duque de Caxias.
Estamos articulando a exibição em Barra Mansa, quando tivermos mais detalhes, postaremos aqui. Mas já adianto que vai ser depois do dia 28, num sábado próximo a data.
Bandas queers brasileiras: se
liguem. A Discos e Afins está organizando uma mixtape queer com bandas brasileiras pro
Homoground. Algumas bandas brasileiras que eles já selecionaram: Teu pai já sabe?, Nerds Attack! e Siete Armas.
Nerds Attack! - Foto: Maurício Santana
As bandas que quiserem enviar suas músicas podem mandar o
arquivo zipado até dia 26 de setembro, segunda-feira, para: discoseafins@gmail.com
Siete Armas
A Discos e Afins é um coletivo musical, preocupado não só com música. Na ética do Faça Você Mesmo eles produzem zines, informativos, inclusive com temática pró-queer, e atuam como selo e distribuidora, também. Já o Homoground é um site especializado em bandas e artistas queers,de diversos estilos. Eles produzem podcastas e mixtapes semanalmente. Is there queer band there? In the next week Homoground is going to publish a queer mixtape compiled by brazilian's Discos & Afins. So far we know three bands that will be participating: Siete Armas, Nerds Attack and Teu pai já sabe? If you want to know more about brazilian queer music stick around cause we will help to spred the compilation.
Não deveria estar postando, nem perdendo tempo no tumblr, provas, provas, trabalhos e trampo me consumindo. Maaas, fui dar uma espiada no tumblr e econtrei algo foda demais, e tive que vir aqui postar. Tenho coisas ainda pra colocar aqui, que ainda não deu tempo, mas como eu já disse em outro post, não desiste de visitar o blog, porque a gente tem coisa pra upar/compartilhar, a gente faz sozinha e por isso demora.
A Maren FRLZucker, desenhista alemã que eu já entrevistei pro Cabeça Tédio, disponibilizou no blog dela três links que valem ouro: download da #1 do Girl Germs, zine feito pela Allison Wolfe (Bratmobile e Partyline, que também já entrevistei, pro Histérica #1) e pela Molly Neuman, que também era do Bratmobile. Ele saiu um pouquinho antes do Riot Grrrl, enquanto movimento, despontar nos EUA. Já baixei, e as imagens estão em formato GIF. Pretendo em breve tentar colocar tudo isso em pdf. Se alguém aí fizer isso poderia compartilhar o link, né. Baixe aqui!
(atualização no post) Ahhhhh, uma coisa. O querido Fernando Nandolfo fez a super gentileza de converter o Girl Germs para PDF. Upei, e quem quiser pode baixar o zine aqui.
Entrevista com Mecca Normal no zine Bikini Kill
O outro link é do zine Riot Grrrl, zine escrito somente pela Molly Neuman, e que a Wolfe contribuía. O zine tinha outras contribuidoras como Tobi Vail e Kathleen Hanna. Ele cobriu as primeiras reuniões das mulheres que fizeram o que depois se chamaria de Riot Grrrl, e por ter o mesmo nome, ajudou a popularizar o Riot Grrrl Movement. Baixe aqui!
E o último link é do zine Bikini Kill, feito pela banda. Esse já conhecia, tá disponível há um tempo no flickr. Até ganhei ele em uma troca/presente, da minha compa de zine Íris. Baixe/leia aqui!
Tem uns tempos já que comprei o Alethéia, zine de 1998, feito por Bianca (que tocava no Arma Laranja). Estava lendo a entrevista com Rethink, que tem nessa primeira edição, e transcrevo aqui uma resposta que não responde muito bem a pergunta que ela tinha feito:
"Bianca: E quanto às meninas? De um tempo para cá aumentou o número de meninas envolvidas com hc. Vocês acham que existe algum tipo de sexismo dentro da cena? Qual é a opinião de vocês sobre isso?
Juninho:Antes tinha 20 caras e 1 mina, agora...
Jorel:Agora tem 100 caras e cinco minas!
Os dois (juntos):Aumentou.
Jorel: Sem dúvida. Ah, não sei, existem pessoas que têm comportamentos questionáveis, né?
Bianca:Independentemente de ser homem ou mulher.
Juninho:Com certeza. Tem que deixar isso claro.
Jorel:Eu acho que a maioria das pessoas que realmente acreditam na coisa, e têm uma postura que eu considero honesta, deixam as meninas com total liberdade para atuar. Elas são totalmente bem-vindas e bem aceitas na cena. Mas é lógico que eu acho que existem pessoas que não tem muita noção do que seja estar de acordo com os seus princípios.
Juninho: A gente podia falar para o pessoal começar a pensar mais nisso, nesse tipo de atitude que os caras tomam.
Bianca:Atitude sexista?
Juninho:É, atitude sexista, pode ser; Sei lá, quanto à relação, ter mais respeito, não extrapolar.
Jorel:Eu acho que brincadeira é brincadeira e você tem que saber fazer, porque às vezes você faz com pessoas que você não conhece bem, e pode acabar dando margem à problemas bem maiores, então se você for brincar, brinca com quem é seu amigo, tal; que você sabe que vai entender as suas brincadeiras; Agora se você tá na rua assim, e tem determinados tipos de comportamente que... bom, comportamentos sexistas, falando português claro, principalmente se você é sxe, eu acho que você não estará sendo condizente com a sua filosofia de vida, então é bom pensar nisso."
Esse trecho chamou minha atenção não porque eles não respondem bem a pergunta. Há uns seis anos, dentro da realidade do Sul Fluminense do Rio, o número de garotas envolvidas no punk/hardcore é baixo (conseguimos conta-las usando apenas uma mãozinha) e os caras que fazem as coisas, com algumas exceções, são os mesmo de sempre. 13 anos depois dessa entrevista, que refletia a realidade de São Paulo, as coisas ainda não mudaram muito. Pelo menos não aqui.
E se formos pensar em relação a bandas, que bandas atuais contam com garotas? Sejam elas mistas ou não? Preferia mil vezes não ter que falar sobre isso, de novo. Preferia que tivesse pelo menos um lugar pra fazer show por aqui, pra ver se com o tempo mais gente aparecia pra fazer junto. Mas.. o tempo passa, as coisas não mudam tanto.
Na real esse post era pra ser uma resenha do Alethéia. Tava pensando em ir tirando fotos dos zines do meu arquivo e ir falando sobre eles, mas acabou que acabei indo falar sobre isso. Mas pretendo ir fazendo isso, sim. Afinal de contas, qual é o ponto em se ter zines se forem para ficar apenas na gaveta?
Vocês
com certeza se lembram do festival que iniciou 2011 juntando um monte de
garot@s fodas em Salvador, trata-se do Vulva La Vida. Pois é, durante quatro
meses deste ano o coletivo produziu o documentário “Vulva la Vida, Lá vou Eu”.
O documentário retrata a primeira edição do festival, que aconteceu em
Salvador, nos dias 19, 20, 21, 22 e 23 de janeiro deste ano. Ele mistura tanto
a fase de construção do festival, como os dias de show e oficinas e depoimentos
de algumas integrantes do grupo.Nós
conversamos com Íris Nery e Nívea Reis – que filmou boa parte do documentário e
o editou - a respeito. Perguntas:
Carla Duarte, repostas: Íris Nery e Nívea Reis, tradução: Carla Duarte e Íris Nery.
The interview is avaiable in english, just scrool and read!
1)
O coletivo Vulva La Vida produziu durante cerca de quatro meses o documentário
“Vulva La Vida, Vida lá vou Eu”, que retrata o festival que aconteceu em
janeiro de 2011 em Salvador. O registro do festival foi feito por Nívea Reis,
integrante do coletivo feminista. Como foi o processo de produção?
Íris:
Pra gente aquilo era tão novo que, desde o ano passado, nós tínhamos a ideia de
registrar o festival de alguma forma, e então, quando dava, a gente filmava
algumas reuniões e outras atividades relacionadas à construção do mesmo.
Daí até o festival em si, nós fomos acumulando alguns materiais audiovisuais,
que foram captados por uma variedade de câmeras, desde profissionais até
câmeras fotográficas digitais, sem um roteiro formalizado e por mais de uma
pessoa. Alguns meses após o festival, resolvemos gravar algumas falas de
mulheres que participaram dele e/ou da organização para estruturar o
documentário, que recebeu o nome de "Vulva La Vida, Vida Lá Vou Eu".
Nivea:Após ter filmado grande parte dos encontros promovidos
pela convocatória de construção do FVLV, eu percebi que uma parcela daquele
material captado poderia se perder na ociosidade e esquecimento, servindo
apenas como um registro mal acabado de um evento feminista e nada mais. Com a
intenção de levar em frente o projeto de documentário sobre o festival, graças
a sugestão e motivação dada por algumas meninas da organização, decidi
documentar todo o processo do festival e transformá-lo em um produto para
veiculação em mostras, festivais e internet.
Durante as reuniões pré-festival eu pude notar o conteúdo rico que algumas
discussões promoviam acerca do feminismo e a variedade de opiniões que cada
mulher trazia para aquele espaço. Pude registrar com a câmera momentos únicos
de solidariedade, conversas intensas e os conflitos saudáveis comuns à qualquer
convivência. Durante os dias do festival contei com a ajuda de Marina Paiva, já
que a mesma havia levado uma câmera e se propôs a capturar todos os dias do
Vulva la Vida.
Nessas filmagens, estavam registradas as oficinas, os momentos de descontração,
as discussões calorosas, a amizade entre as meninas e os shows com as bandas
convidadas. Mais de 10 horas de material gravado que precisava ser editado e
transformado em um documentário simples, despretensioso, mas com o espírito do
riot grrrl em sua cadência. Tendo em mãos todo o conteúdo filmado, partimos
para o processo de captura dos depoimentos de algumas das meninas que
participaram mais efetivamente da construção do evento. Com a ajuda de Íris
Nery, pudemos registrar a opinião de cada uma das participantes à respeito do
aprendizado referente ao festival e ao processo de trabalho que se teve em
produzí-lo.
Depoimento das integrantes do Coletivo Vulva La Vida
Esses depoimentos serviriam como fio condutor para costurar a narrativa do
curta e descrever melhor o processo; a partir das variadas opiniões de cada
entrevistada. Com um tempo aproximado de 17 minutos, o documentário Vulva la
Vida - Vida lá Vou Eu, demorou cerca de 4 meses para ser finalizado e a partir
de agora será exibido em diversos festivais do mundo, como o Lady Fest Bogotá e
o Lady Fest Berlim.
2)
O que o documentário traz para quem não participou do festival?
Íris: O documentário, ao meu ver, tenta levar a experiência do festival para
outras mulheres e coletivos, de modo a servir de inspiração e mostrar que é possível
fazer um evento do tipo sem patrocínio, sem editais, apenas com persistência,
união e criatividade! Ademais, o documentário é uma forma de dar visibilidade a
essas experiências autônomas que a gente não vê na grande mídia.
3) O
documentário será lançado fora do Brasil?
Íris: Graças à rede feminista que se formou de apoio ao festival, o
documentário terá legendas em inglês e espanhol, e estamos articulando a
exibição em outros países do nosso continente, como no Ladyfest Bogotá
(Colômbia) em outubro. O DVD será vendido à 5 reais, com as duas opções de
legenda.
4)
Quando e como será o lançamento do documentário no Brasil? Será possível comprá-lo?
Íris: No Brasil, o lançamento "oficial" será no dia 28 de setembro,
que além do mais é uma data simbolicamente importante pois é o Dia
Latinoamericano de Luta pela Descriminalização do Aborto. Em Salvador, o
lançamento será às 19h na Sala Alexandre Robatto, na Biblioteca Central dos
Barris e em breve teremos o cartaz de divulgação. Também estaremos lançando uma
Convocatória para receber propostas pra segunda edição do Festival bem como
para convocar voluntárias. Nos outros estados também haverá a exibição do
documentário na mesma data, e a partir disso vamos começar a vender o dvd
para arrecadar fundos pra esta segunda edição do Vulva La Vida, que será em
janeiro de 2012 em Salvador.
Nívea filmando uma das reuniões da convocatória 2010- Nívea recording one of the meetings in 2010
5) Vocês acabaram de lançar a convocatória para o Vulva La
Vida 2012. O que vocês podem contar para nós sobre os preparativos do festival do
próximo verão? Quem não vai comparecer ao festival pode enviar sugestões?
Provavelmente a segunda edição do festival será na última semana de janeiro de
2012, e terá mais dias de duração do que na primeira edição. Ademais, permanece
a intenção de fazer o verão mais quente, onde possam fervilhar valores e
práticas feministas e de solidariedade entre mulheres.
No período entre 28 de setembro e 28 de outubro, as interessadas em terem uma
participação no festival não só enquanto expectadora, podem enviar propostas de
oficinas, shows, palestras, bate-papos, e o quê mais vier à cabeça, para o
email vulvalavida@gmail.com . A intenção é construir a
programação do Vulva la Vida 2012 a partir dessas propostas, seguindo a ética
do faça-você-mesma.
Para quem quiser mais informações sobre a Convocatória 2012 leia no Destemidxs. Postarei aqui também, claro.
I think that everyone that
reads this blog remember Vulva La Vida festival, a feminist festival that took
place in Salvador, Bahia, in 2011 january. After four months the ladies
produced the documentary “Vulala la Vida, Vida Lá vou Eu”, that is a must watch
for everyone care about feminism, punk, queer, diy or everything together.
The documentary focus on
the production and in the festival, mixing the bulding process to the gigs and
workshop. And the woman of Vulva La Vida Collective they talk about the hard
and happy effort to make something like they did.
From 28 september to 28
october is open the call for submissions for Vulva La Vida 2012. So don’t waste
you time and write everything down and send it for those girls.
I interviewed Íris Nery and
Nivea Reis of the collective about the documentary. Translation: Carla Duarte
and Íris Nery.
Cabeça Tédio: Vulva La vida
collective produced the documentary “Vulva La Vida, Vida lá vou eu” that shows
the festival that happened in january at Salvador, Bahia, Brazil. The shootings
were done mostly by Nívea Reais, one of the girls of the feminist collective. How
it was the production process?
Íris: For us that project
was such a new thing and therefore, since last year (before the festival), we
had the idea of register the festival by some way and then, when we could, we
filmed some meetings and others activities envolving the construction of the
festival. So, untill the festival we accumulated some audiovisual materials
wich was captured by a variety of cameras, from profissionals to digital
cameras, without a formalized script and by more than a person. Some months
after the festival we decided to record some speechs from women who
participated or organized it and use them to structure the documentary, which
received the name "Vulva La Vida, Vida Lá Vou Eu".
Frame of the documentary that Nivea sent just for Cabeça Tédio
Nivea: I shooted a
big part of the meetings promoted from the call for submissions. With the
intention of making the documentary and with the support of other girls from
the organization I decided to record all the process of the festival. During the days of
the festival Marina Paiva helped me with the recording process because she
brought her own camera and she wanted to shoot everyday of Vulva la Vida.
We recorded more them
10 hours of material and we edited and we thought that de documentary should be
simple, unpretentious, but with the riot grrrl spirit
in its cadence. We also shooted
statements from some of the girls that were involved in the construction of the
event some time after the festival.
The girls’ statements is the thread conductor to sew the documentary
narrative and describe better the process based on the different opinions of
each girl.
The documentary last 17 minutes. It took about 4 months to be finished
and it will be exhibit at Ladyfest Bogotá and Ladyfest Berlin so far.
(CT) What the documentary
brings to those that didn’t attended to the festival?
Íris: The documentary, the
way i see it, try to show the festival expirience for other women and
colective, in a way that can inspire them and show that's possible to make a
festival like that without sponsorship, without without money help from
government or companies, only with persistence, union and criativity!
Furthermore, the documentary is a way to give visibility to these autonomous
experiences which we don't see in the mass media.
Girls meeting to build Vulva la Vida 2011
(CT) When and how it the
documentary will be exhibited in Brazil? Will you sell it?
Íris: In Brazil, the
"official" shooting
will be on september 28, which moreover is an important simbolic day because it
is the Latin American Day of Fight for legalization of Abortion. In Salvador,
where we live, the shooting will be at 7 pm at Sala Alexandre Robatto
(Bilioteca Central dos Barris) and we will have the publicity poster soon. Also
we will be releasing a call up
to receive propositions for the second issue of the festival and to call
volunteers. In other states also will happen exhibitions in the same day and
from this we will star to sell the dvds to raise founds to the second issue of
Vulva La Vida, that will happen in January in Salvador, 2012.
(CT) The documentary is going to be release outside of Brazil?
Íris: In goodwill of feminist network that supported the festival the
documentary will have subtitles in english and spanish and we are articulating
the exhibition in other countries of our continent like Ladyfest Bogotá
(Colômbia) in October. We will sell the dvd for U$ 5 with the two options fo
subtitle.
Teaser of the documentary with english subtitle!
(CT) You justed put out the
call for submissions of Vulva La Vida 2012. What can you tell for us about the
preparation of the festival of next summer? Those that wont be able to attend
can send suggestions for workshops?
Íris: Probably the second
issue of the festival is going to be in the last week of january and will have
more days of festival then the first edition. Furthermore
stays the intention of making the hottest summer where values and feminist
action can effervesce as well the solidarity between woman.
From 28
september to 28 october who wants to participate not only as an expectator can send proposals
of workshops, gigs, talks, lectures and anything else to the email vulvalavida@gmail.com. The intention
is build Vulva la Vida 2012’s schedule based on this proposals, following the
ethics of do it yourself.
Wild Flag lançou ontem, dia 6, o primeiro clipe da banda, do single Romance. Já falamos delas aqui. Afinal, a banda tem duas Sleater Kinneys, Carrie Brownstein e Janet Weiss, além de Mary Timony (Helium) e Rebecca Cole (The Minders).
O clipe mostra integrantes da banda em um horário de almoço não tão comum, com direito a máscaras, apostas e um carro rosa antigo.
O primeiro álbum da banda será lançado dia 13 de setembro, e nesse link é possível ouvi-lo.
Gravação do clip de "Eletric Road"
A foto acima foi tirada durante a gravação de outro vídeo da banda, da música "Eletric Band". Temos muitas novidades "Vula la Vidanianas"pra contar, se tudo der certo, o próximo post será sobre o festival mais caliente.